REGIONAIS
Cacercopar pede à Comcam priorização da vacina contra covid a trabalhadores da indústria e comércio
Com a vacinação contra coronavírus (Covid-19) aos grupos de risco atingindo quase sua totalidade na região de Campo Mourão, e a possibilidade da abertura da imunização para a população em geral, a Cacercopar (Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais da Região Centro Ocidental do Paraná), encaminhou ofício nesta sexta-feira (4), à Comcam solicitando para que a entidade articule juntos aos municípios, a priorização da vacinação em trabalhadores e colaboradores dos setores produtivos, industriais, e comerciais de toda a Comcam.
No ofício, o presidente da Cacercopar, Osvaldo Menon, lamenta a demora da aplicação da vacinação na população em massa. Segundo ele, isso implica não só em um prejuízo inestimável para a vida e a saúde das pessoas, mas também em grave impacto negativo no restabelecimento da economia, na subsistência e na vida das famílias.
O presidente da Comcam, Leandro César Oliveira, prefeito de Araruna, comentou que se dialogará com os prefeitos da região sobre aa situação. “Este pedido vem sendo feito a todas as associações de Municípios no Paraná. A gente vê com bons olhos e, havendo a possibilidade, acredito que não haverá problemas em priorizar também os trabalhadores destes setores”, falou Oliveira.
O presidente da Comcam comentou ainda que a saúde pública vive um colapso na região em decorrência da pandemia de coronavírus. Segundo ele, a vacina é uma luz no fim do túnel. Porém, a demora para imunizar a população em massa ainda é um desafio nos municípios. “Estamos todos dependendo do envio da doses pelo Ministério da Saúde. Acredito que se toda a população já tivesse sido vacinada, muitas vidas poderiam ter sido salvas”, afirmou.
REGIONAIS
Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas
Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.
As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.
Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.
Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.
O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.
O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.



