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CAMPO MOURÃO – Bombeiros entram no segundo dia de buscas por corpo desovado em poço

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O Corpo de Bombeiros de Campo Mourão entrará na manhã desta segunda-feira (13), no segundo dia de buscas por um corpo desovado em um poço de aproximadamente 20 metros de profundidade em uma chácara às margens da rodovia PR-158, próximo ao anel viário de Campo Mourão. Os trabalhos de buscas iniciaram logo no domingo (12) pela manhã, e prosseguiram até à noite. Porém foram suspensos devido a pouca visibilidade no local.

O trabalho está sendo feito com apoio da Defesa Civil e secretaria de Obras do município, com máquinas retroescavadeiras, uma vez que não houve sucesso da retirada do corpo pelo buraco, devido à falta de espaço e alto teor de gases no local. Um outro buraco está sendo aberto ao lado para que os salva vidas consigam chegar ao corpo.

Há suspeita que a vítima seja um jovem de 23 anos, morador do Conjunto Avelino Piacentini, que tem necessidades especiais. Ele está desaparecido há alguns dias. Um outro corpo foi encontrado carbonizado no interior de uma residência no local, que foi destruída por um incêndio na noite de sábado (11). Ainda não há confirmação da identidade da vítima, mas a suspeita é que seja José Ricardo Grendel, 40. O cadáver estava sobre uma cama, sob escombros em um dos quartos da casa.

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O corpo foi encontrado somente na manhã de domingo, quando vizinhos ligaram para a Polícia Militar informando que haveria uma pessoa morta nos escombros. Fato confirmado pela polícia. A PM foi informada também sobre outro corpo em um poço no quintal do imóvel. Ainda não há informações sobre o que aconteceu no local. A Polícia Civil está investigando o caso. O primeiro corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para identificação.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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