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Comissão do Depen visita terreno onde será construído presídio feminino em Goioerê

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Uma equipe de técnicos do Depen – Departamento Penitenciário do Paraná – visitou nesta quarta-feira, 22, o terreno onde será construído o presídio feminino de Goioerê. O terreno fica às margens da BR-272 e sua posição estratégica foi muito elogiada. “Sem dúvida um terreno muito bom, localizado estrategicamente às margens da rodovia. Isso facilita muito, inclusive eventual transporte de presas”, disse Juliana Duarte.

A Prefeitura de Goioerê está finalizando o processo de aquisição do terreno, que segundo o secretário de Administração, Gerson de Brito, se dará através de desapropriação. “O projeto já foi aprovado na Câmara de Vereadores e o próximo passo será a desapropriação propriamente dita”, esclareceu o secretário.

A princípio o terreno seria negociado com o proprietário no valor de R$ 1 milhão e 100 mil, mas por questionamentos do Ministério Público, que chegou a recomendar a suspensão da sua compra, o município resolveu fazer a desapropriação.

Segundo Juliana, assim que todo o processo estiver concluído, com o terreno devidamente repassado para o Governo do Estado, o Depen, através da Secretaria de Segurança Pública, fará a licitação da obra e começará a construção do presídio.
“Infelizmente, por conta do período eleitoral, isso não será possível no momento. Mas assim que estiver tudo pronto, a obra começa”, comentou.

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HISTÓRICO: – A construção do presídio feminino de Goioerê, é uma aspiração antiga da população local, sobretudo de diretores, professores e pais de alunos, que estudam nas escolas próximas da atual Delegacia de Polícia, que abriga um número considerável de presas. A construção do presídio está sendo apresentada como alternativa para o problema.
PRESÍDIO: – Caso o projeto seja efetivado, serão mais de 3 mil metros quadrados de construção, com o presídio tendo capacidade para 250 detentas. Hoje, cerca de 90 mulheres estão presas na Cadeia Pública de Goioerê. (Da Assessoria).

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TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.

No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.

O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.

A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.

Prefeito pode ser afastado

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.

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Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.

Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.

A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.

Composição da Câmara

Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.

Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.

Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.

A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

/ilustrado.com.br

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