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Estado autoriza construção de 57 casas populares em Mariluz

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A Cohapar autorizou nesta semana o início da construção de 57 novas moradias em Mariluz, na região Noroeste do Paraná. As obras do conjunto habitacional fazem parte do programa Casa Fácil Paraná, do Governo do Estado, e vai receber investimentos de aproximadamente R$ 4,8 milhões para o atendimento de famílias com renda de um a seis salários mínimos.

 

O empreendimento será construído no centro da cidade, na Rua Presidente Epitácio Pessoa. As unidades habitacionais contarão com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço externa, terrenos que já preveem a possibilidade de futuras ampliações.

 

Os detalhes para início dos trabalhos foram discutidos em uma reunião feita por videoconferência. O encontro virtual contou com a participação de representantes da Cohapar, Prefeitura de Mariluz e da construtora Sanmer, contratada via licitação para execução das obras.

Segundo o diretor de Obras da Cohapar, Ademir Bier, as reuniões, mesmo online, são fundamentais para o alinhamento de trabalho entre todos os envolvidos no projeto. “A reunião de partida permite que todas as dúvidas sejam sanadas pelas partes e isso nos ajuda a obter uma execução do empreendimento com mais qualidade e fiscalização”, afirma.

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Como participar

Os interessados em adquirir um dos imóveis com financiamento direto com a companhia devem se inscrever no cadastro de pretendentes da empresa, disponível no site www.cohapar.pr.gov.br/cadastro.

 

Em caso de dúvidas ou dificuldades no preenchimento dos dados, é possível obter ajuda pelo telefone (44) 3626-6200 de segunda à sexta-feira, das 13h às 17h.

Quem já possui cadastro no sistema da companhia nos últimos dois anos está automaticamente habilitado a participar do processo. É necessário, porém, atualizar dados como renda e estado civil, caso tenham ocorrido mudanças desde a realização da inscrição.

 

Vantagens

Um dos diferenciais do programa habitacional são as condições de pagamento facilitadas, que incluem a isenção de cobrança de entrada e prestações mensais reduzidas de financiamento, que pode ser quitado em até 360 meses.

O projeto também conta com a doação dos terrenos pela administração municipal, o que ajuda a baratear ainda mais os custos de financiamento.

Para o prefeito de Mariluz, Nilson Cardoso, o projeto ajudará a reduzir o crescente déficit habitacional do município. “Temos uma grande parcela da população que anseia pela oportunidade de conquistar uma casa própria. Então este projeto, que facilita a compra por parte daqueles que ganham menos, vai ao encontro desta necessidade”, diz.

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“Nós só temos a agradecer a parceria do Governo do Estado, por meio da Cohapar, que nos permitiu concretizar essa iniciativa, que era um de nossos compromissos à frente da prefeitura”, acrescenta Cardoso.

O Bendito

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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