REGIONAIS
Estado pede prazo de oito meses para iniciar nova rodovia entre Goioerê e Quarto Centenário
Na ação movida pelo Ministério Público para que o governo do Estado do Paraná solucione o problema da rodovia PR-180, entre Goioerê e Quarto Centenário, o DER – Departamento de Estradas de Rodagens – apresentou um cronograma para que as obras sejam iniciadas no prazo de oito meses.
Diante da proposta e com a concordância do Ministério Público, o juiz Rodolfo Figueiredo de Faria suspendeu a ação pelo prazo de oito meses e determinou que neste prazo o Estado do Paraná comprove o início da obra.
Na ação, representantes do DER argumentaram que o projeto executivo de engenharia para o trecho entre Quarto Centenário e o trevo de acesso a Goioerê já está elaborado, e que a obra, em valores de 2022, está orçada em R$ 79 milhões.
O cronograma apresentado pede dois meses para a preparação interna da licitação; quatro meses para a realização externa da licitação; e dois meses para a celebração do contrato.
Na apresentação do orçamento é salientado que o prazo de dois meses para preparação pode sofrer alterações, uma vez que é necessário a obtenção de recursos financeiros junto à Secretaria de Fazenda do Estado.
Desta forma, há um cronograma de oito meses para o início da rodovia e a justiça concedeu o mesmo prazo na ação por obrigação de fazer movida pelo Ministério Público para o início da obra.
(goionews com informações do Ministério Publico)
REGIONAIS
Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas
Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.
As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.
Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.
Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.
O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.
O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.



