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Genro mata o sogro em churrasco familiar e se entrega para a polícia em Campo Mourão

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A Polícia Civil de Campo Mourão esclareceu o assassinato ocorrido no fim de semana, no Lar Paraná, onde José Roberto dos Santos, 50 anos, foi morto com um golpe de faca, na rua Bela Vista. Nesta quarta-feira, ao saber que a Polícia Civil já tinha pistas sobre a autoria do crime, o genro da vítima, de 29 anos, compareceu na delegacia e confessou ter matado o sogro.

Interrogado, ele contou que o motivo foi uma desavença familiar. Segundo o rapaz, o sogro era uma pessoa muito agressiva com a família. No fim de semana, durante um churrasco, José Roberto teria discutido e ameaçado a esposa e outros familiares com uma faca.
A mulher então teria ido para a casa de sua filha, na região do jardim Tropical. Ao saber do ocorrido, o genro armou-se com uma faca e foi até a casa do sogro tirar satisfações, onde acabou ocorrendo o homicídio.
Como o autor do crime se apresentou espontaneamente, já fora do flagrante, ele não ficou preso e vai responder em liberdade.
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O CRIME
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As polícias Civil e Militar foram acionadas na noite de domingo, quando a mulher de José Roberto disse ter chegado em casa e encontrado o marido já morto.
Ela relatou que um dia antes o companheiro teria chegado em casa alterado, dizendo que havia se desentendido com uma pessoa em um bar. Percebendo que o marido estava bastante alterado, ela disse que foi passar a noite na casa de uma filha para evitar confusão.

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Ao retornar no início da noite de domingo, encontrou o corpo de José Roberto no interior da residência, com marcas de sangue. Os policiais encontraram uma faca com vestígios de sangue no quintal vizinho e o corpo foi recolhido pelo IML. (Tá Sabendo – Foto: Rafael Silvestrin).

 

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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