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GOIOERÊ REGULAMENTA COMÉRCIO DE AMBULANTES

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Desde a última quarta-feira (16) está em vigor em Goioerê a regulamentação para o exercício de comércio ambulante no município. O decreto assinado pelo prefeito Betinho Lima foi publicado no Diário Oficial Eletrônico.

Segundo a Prefeitura, a medida estabelece critérios e locais para que a atividade seja exercida. O comércio ambulante não poderá ser realizado defronte as repartições públicas, escolas, universidades e faculdades públicas e privadas. A atividade só pode ser realizada com a licença prévia emitida pelos órgãos competentes da Prefeitura e não será permitido o comércio ambulante nas principais ruas e avenidas da cidade.

A medida regulamenta o Código de Posturas do Município, que foi aprovado em 2020, e até o momento não tinha a sua regulamentação definida.
O local onde o comerciante vai poder realizar a atividade ambulantes é definido pela Prefeitura. A área não pode prejudicar o tráfego, trânsito, circulação e segurança de pedestres, e também deve respeitar a conservação e preservação paisagística do ambiente público

Já há muito tempo existe reclamações sobre a venda exercida por ambulante na cidade e para dar mais segurança aos trabalhadores e disciplinar os locais de ponto de venda de ambulantes que a regulamentação foi publicada nesta semana. “A parte central da cidade já tem problemas com trânsito e a presença de ambulantes dificulta a localização de vagas na parte central.

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A regulamentação deveria ter sido realizada em 2020, logo depois da aprovação do Código de Posturas e agora, depois da pandemia, é a hora de regulamentar a atividade. Não se trata de nenhuma perseguição contra os ambulantes, e sim uma ordenação de uma atividade que emprega dezenas de pessoas.”, afirmou o Secretário de Governo, Milton Lima.

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TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.

No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.

O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.

A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.

Prefeito pode ser afastado

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.

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Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.

Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.

A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.

Composição da Câmara

Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.

Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.

Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.

A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

/ilustrado.com.br

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