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Lesa Pátria: Goioerense é preso pela PF suspeito de participar de atos golpistas

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O goioerense João Cláudio Tozzi foi preso na manhã desta quinta-feira (9) durante a Operação Lesa Pátria da Polícia Federal (PF) em Engenheiro Beltrão, no noroeste do Paraná.

De acordo com a corporação, Tozzi foi preso por suposta participação nos atos golpistas de 8 de janeiro, em Brasília.

A ação terminou na depredação das sedes do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a PF, Tozzi foi identificado por meio de coleta de impressões digitais nas vidraças do STF. Ele será transferido para a sede da Polícia Federal de Maringá, conforme os agentes.

Além disso, a investigação identificou em um vídeo que o suspeito, durante a invasão no prédio do STF, senta na cadeira de um dos ministros da Suprema Corte.

A operação tem o objetivo de identificar pessoas que financiaram e fomentaram os ataques golpistas nas sedes dos três poderes. Outros detalhes da operação da PF não foram divulgados.

G1

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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