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Médico condenado por estupro é preso no centro de Campo Mourão

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A Polícia Civil de Campo Mourão cumpriu, na tarde desta quarta-feira (28), um mandado de prisão contra um médico de 73 anos condenado a 9 anos e 4 meses por estupro de vulnerável. O médico, localizado pela polícia no centro da cidade, trabalhou em Campo Mourão por meio de uma empresa terceirizada que prestava serviços médicos.

O médico foi denunciado pelo Ministério Público por prática de crime sexual contra uma menina de 14 anos. Segundo a mãe da adolescente, o assédio começou em uma unidade pública de saúde no Lar Paraná em novembro de 2015. Na época a adolescente estaria em tratamento psicológico e teria sido beijada a força pelo médico.

A mãe acusou ainda o médico de ter passado a mão em partes íntimas da menor e de ter proposto à própria mãe que aliciasse a filha para encontros sexuais em troca da reforma da casa e pagamento de estudos para a menina.

Diálogos com o médico foram gravados pela mulher, com equipamentos fornecidos pelo então secretário de Saúde de Campo Mourão na época. O material foi entregue na delegacia, onde foi aberto inquérito, encaminhado ao Ministério Público, que ofereceu a denúncia à justiça.

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Mesmo com o processo em andamento, em 2019, a mãe reencontrou o mesmo médico atendendo na Pediatria do então Posto 24 Horas também por empresa terceirizada. Na época ele foi demitido. O médico também prestou serviços nos municípios de Luiziana e Nova Tebas. A sentença deverá ser cumprida em regime fechado e ainda cabe recurso.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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