REGIONAIS
Morador em Mariluz, homem de 92 anos que teve Covid consegue sair da UTI
A família de João Fernandes de Andrade, 92 anos, teve motivos para comemorar nesta segunda-feira (3). O morador em Mariluz teve alta da UTI da Santa Casa de Goioerê após 20 dias internado. Às 15h desta segunda-feira a equipe do hospital se reuniu no corredor para acompanhar a ida do idoso para a ala da enfermaria.
Quem conversou com OBemdito foi o neto do senhor João, Higor Belafronte de Andrade. Ele conta com o avô foi internado com coronavírus. Devido a complicações foi internado na UTI e apenas hoje teve a transferência para a enfermaria efetivada.
Higor comenta que apenas a filha mais velha de João, Conceição Aparecida de Andrade, acompanhou a transferência, junto com a equipe médica. Apesar das restrições quanto às visitas no hospital, devido à Covid, os familiares recebiam informações dos integrantes do hospital. “O médico da UTI ligava todos os dias por vídeo passando informações e mostrando ele”, diz Higor.
Sobre a sensação de ver o avô sair da UTI, o neto disse: “Foi muito emocionante, sensação de gratidão a Deus. 92 anos e ele resistir a essa doença. Só temos a agradecer a Deus, os médicos, enfermeiros e todos os amigos que rezaram”.
Infelizmente a notícia não é feliz por completo. Um dia após o senhor João ser internado com Covid, a esposa dele faleceu por agravamento da mesma doença. Higor informou que dona Leonor de Lemos Andrade tinha 88 anos e faleceu no dia 17 de junho. O casal tinha 69 anos de união. “No dia seguinte que ele foi internado, a esposa dele faleceu de Covid. E ele ainda não sabe”, comentou Higor.
Agora os familiares aguardam a alta definitiva do hospital, que ainda não tem data para acontecer e dependerá da evolução do seu estado de saúde.
Colaboram O Bemdito
REGIONAIS
Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas
Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.
As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.
Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.
Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.
O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.
O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.



