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Paraná supera a marca de 50 mortes por dengue no ano

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Mais de 50 pessoas morreram de dengue neste ano no Paraná. É o que aponta o mais recente boletim epidemiológico da doença no Estado, divulgado nesta terça (13) pela Secretaria da Saúde. O documento confirma nove mortes e 4.165 novos casos em uma semana.

Desde o dia 1º de janeiro, o Paraná soma 185.823 notificações, 57.581 diagnósticos positivos e 52 mortes por dengue.

Os novos óbitos ocorreram entre março e abril, conforme a Sesa. As vítimas são cinco mulheres e quatro homens, com idades entre dois meses e 91 anos. Destes, quatro possuíam comorbidades. Os pacientes moravam nas cidades de Cianorte, Rondon, Nova Esperança, Paiçandu, Nova Fátima, Nova América da Colina, Rancho Alegre e Cornélio Procópio (2).

Ao todo, 396 municípios já apresentaram notificações da doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 360 possuem casos confirmados.

As regiões de Londrina (13.733); Paranavaí (10.575); Maringá (7.431); Jacarezinho (4.040) e Umuarama (3.552) são as que acumulam mais casos confirmados de dengue no ano.

PARANÁ PÓRTAL Foto: Pedro Ribas/SMCS

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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