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Parente de rapaz assassinado em Jesuítas é suspeito de atear fogo em casas do autor do crime

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Por volta das 4h de ontem sabado(12) a equipe da PM de Jesuítas deslocou ate a Rua São Paulo n° 230, onde estava ocorrendo um incêndio. Com a chegada no local foi constatado que a residência incendiada é de propriedade do autor do homicidio ocorrido em data anterior na cidade.

Foi acionado a defesa civil de Assis Chateaubriand para a contensão do incêndio. Em conversa com populares, foi relatado que, um homem ateou fogo na residência e saiu tomando rumo ignorado. Diante disso foi realizado os procedimentos pertinentes.

Ontem ainda, mas por volta das 12h10 a equipe recebeu informação de uma residência pegando fogo na rua Papa Pio XI, de imediato foi deslocado ate o local e constatado o fato mais precisamente no numeral 582 residência do autor do homicidio

Vizinhos da residência incendiada informaram a equipe que viram uma pessoa atear fogo em outra residência na madrugada do dia 12 , saindo da casa em chamas, vale ressaltar que o acusado é primo da vitima do homicídio.
Diante dos fatos a equipe realizou as buscas pelo acusado em residências que o mesmo já foi visto, porem não foi encontrado, as buscas continuam.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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