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Policiais militares denunciados pelo MPPR em Goioerê são condenados a prisão em regime fechado por roubo de carga de agrotóxicos falsificados

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Em Goioerê, três policiais militares denunciados pelo Ministério Público do Paraná por participação no roubo de uma carga de agrotóxicos falsificados foram condenados a prisão em regime inicial fechado. A decisão foi proferida ontem, segunda-feira, 17, pelo Juízo da Vara Criminal da Auditoria da Justiça Militar de Curitiba.

Os denunciados – um capitão, um soldado e um cabo – foram sentenciados a penas iguais: oito anos, sete meses e seis dias de reclusão cada um. Não consta da sentença informação sobre a permanência deles nos cargos, o que depende de outro processo, conforme os ritos da Justiça Militar.

Crime – Segundo apurado nas investigações, conduzidas pela Corregedoria da Polícia Militar do 3º Comando Regional de Maringá, o grupo de policiais militares, em conluio com civis, abordou na zona rural, de madrugada, em fevereiro de 2019, uma carga de agrotóxicos falsificados. Na ocasião, teriam mantido em cárcere privado o motorista do veículo, do qual teriam subtraído R$ 1,3 mil. Além disso, teriam se apropriado da carga, avaliada em R$ 220 mil.

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FONTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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