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Por 5 votos a 3, Câmara sepulta tentativa para afastar o prefeito Betinho Lima

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Por 5 votos contrários e 3 favoráveis, a Câmara Municipal de Goioerê rejeitou, na noite desta segunda-feira, dia 13, o que foi chamado de tentativa de golpe para afastar o prefeito Betinho Lima do cargo. Trata-se de  pedido de abertura de comissão processante, que não prosperou.

O documento foi protocolado por uma advogada, mas segundo vereadores que votaram pela sua rejeição, toda articulação foi feita pelo grupo que faz oposição ao prefeito na Câmara Municipal.

O documento acusa o prefeito de cometer infração político-administrativa, por  não ter realizado o repasse de emenda impositiva para a Santa Casa. No entanto, os valores, segundo a prefeitura, seriam repassados nos próximos dias, assim que o hospital apresentasse o Plano de Trabalho com os recursos.

Na opinião dos vereadores que votaram pelo arquivamento do documento, a denúncia é sem fundamento e puramente eleitoreira. “Essa é uma denúncia sem nenhum embasamento e totalmente eleitoreira. Uma coisa ridícula”, disse o vereador “Kleber Paraíba”.

Outro que protestou contra foi Márcio Lacerda, que foi enfático ao dizer que não participaria do que chamou de sujeira. “Eu não vou participar dessa sujeira”, destacou ele, numa demonstração de repúdio àqueles que querem tomar o poder a qualquer custo.

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COMO VOTARAM: Votaram pelo recebimento da denúncia os vereadores Helton Maia, Fábio Plaza e Ricardinho. Já pela recusa de denúncia, votaram os vereadores “Kleber Paraíba”, Patrik Pelói, ‘Tenente Martins’, Fabiano Barboza e Márcio Lacerda.

QUEM ASSUMIRIA: – Caso a denúncia fosse aprovada e  Betinho ser afastado, quem assumiria o cargo seria a vereadora Luci Alvino, presidente da Câmara. O vereador Helton Maia, que é o vice-presidente da Câmara, seria o segundo na linha sucessória

 

fonte e foto GAZETA REGIONAL

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TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.

No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.

O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.

A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.

Prefeito pode ser afastado

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.

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Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.

Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.

A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.

Composição da Câmara

Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.

Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.

Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.

A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

/ilustrado.com.br

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