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Rapaz é morto a facadas por motivo passional, em CM

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Luiz Paulo Nunes Monteiro, 28 anos, foi morto com pelo menos três facadas na madrugada desse domingo, no conhecido “gramadão”, próximo à rodovia BR 158 (anel viário), em Campo Mourão. O autor do crime, ocorrido por volta da 01h50, de 30 anos, foi preso logo depois com um veículo VW/Gol, e confessou o homicídio, alegando motivo passional.

Disse que vinha sendo ameaçado por Monteiro, por manter um relacionamento com a sua ex-mulher. Ao se encontrarem no gramadão, ele relatou que voltou a ser ameaçado de morte.

Ao perceber que a vítima fez menção de sacar uma arma da cintura, o rapaz alega que pegou a faca que estava no carro e desferiu os golpes.

Monteiro foi socorrido por terceiros e encaminhado ao hospital Pronto Socorro, mas não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar já havia se deslocado ao local do crime, mas o rapaz havia sido levado ao hospital e o autor se evadido.

Em seguida os policiais receberam o comunicado do hospital de que um rapaz havia dado entrada no local com ferimentos graves e não resistiu. A equipe da PM fez rondas e num primeiro momento não encontrou o suspeito.

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No entanto, enquanto a Rotam se deslocava para atender uma perturbação de sossego nas proximidades da Santa Casa, visualizou um veículo suspeito, da marca VW/Gol e fez a abordagem.

O veículo tinha manchas de sangue e o motorista acabou confessando a autoria do crime. Ele contou que havia deixado a faca jogada no local. Os policiais voltaram ao gramadão, inclusive com apoio da Polícia Civil. mas não localizaram a arma. Uma foto da faca foi tirada, mas por pessoas que presenciaram o crime. A polícia alerta que a pessoa que ficou com a faca pode responder também pelo crime. O jovem recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia. Foi o oitavo homicídio do ano em Campo Mourão.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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