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Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP levou lideranças de Goioerê e região para conhecer Centro Administrativo Sicredi

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Um grupo de 45 pessoas, composta líderes de núcleos e comitês da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP, participou da viagem de três dias –  de domingo, 23, a terça-feira, 25, onde conheceram a rota do cooperativismo de crédito, iniciando por Nova Petrópolis e encerrando o passeio no Centro Administrativo Sicredi – CAS –  em Porto Alegre.

A comitiva contou com associados – líderes de núcleos e comitês – de Goioerê,  Juranda, Campo Mourão, Mato Rico, Braganey, Peabiru, Janiópolis, Araruna, Roncador, Ubiratã, Iretama, Luiziana, Altamira do Paraná, Moreira Sales, Boa Esperança, Mamborê, Farol, Iguatu, Engenheiro Beltrão e  Campina da Lagoa.O passeio iniciou em Nova Petrópolis, onde o grupo conheceu a Praça das Flores, onde está localizado o primeiro monumento ao Cooperativismo do Mundo. Ainda em Nova Petrópolis a visita prosseguiu no Parque Aldeia do Imigrante, a Linha Imperial, berço do cooperativismo de crédito da América Latina, onde encontram-se mais de 10 símbolos do cooperativismo. Lá está o Memorial Padre Amstad, no prédio da Caixa Rural.

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Na visita monitorada, foi relatada a história da cooperativa de crédito que tem em sua essência o relacionamento entre as pessoas. Uma história de luta por uma comunidade, por pessoas, e é por isso que a Sicredi reinveste em sua comunidade através de programas que possam impactar na realidade das pessoas.

Em Porto Alegre a comitiva conheceu o Centro Administrativo Sicredi (CAS), quando visitou as instalações e todo o projeto de sustentabilidade do prédio, desde a energia renovável, eficiência no uso de água e central de resíduos.

A comitiva teve a oportunidade de conhecer um pouco mais da história do Sicredi e sobre os principais programas e comitês existentes, ressaltando que entre os objetivos destes trabalhos são levantar futuros líderes e conselheiros que no futuro darão continuidade ao Sistema Sicredi, respeitando sua base que é a cooperação para o bem das pessoas. Os líderes que participaram da visita enfatizaram o orgulho de fazer parte de uma instituição que reforça o relacionamento humano, que é inclusiva e sustentável.

PASSEIOS. A viagem contou ainda com passeios pelas cidades turísticas de Gramado e Canela, onde a comitiva realizou vários visitas.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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