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Suspeito de participação na morte do cabo da PM é preso após manter por mais de 12 horas dois reféns no PR

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Após mais de 12h de negociações, dois reféns, avô e neto, foram libertados na Vila Rural de Herculândia, Distrito de Ivaté, no noroeste do Paraná, na tarde de sexta-feira (22). O homem de 35 anos, suspeito de participação na morte do policial militar, se entregou à polícia após negociações com as forças de segurança.

As negociações foram feitas pelo Bope (Batalhão de Operações Policias Especiais), através do COE (Centro de Operações Especiais).

O idoso de 65 anos e um adolescente de 16 anos, foram liberados por volta das 16h, e o suspeito acabou preso. Com ele, foi apreendida uma pistola e 50 munições. O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, explicou que durante o período o homem pediu a presença do advogado, que fosse transferido para um presídio federal e garantia a vida.

Após liberar os reféns, ele foi preso e de acordo com o secretário será levado a um presídio estadual e depois a um federal.

Com relação aos reféns, Hudson Leôncio Teixeira comenta que eles não sofreram agressões, estão bem, mas abalados com a situação.

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O secretário explica que a inteligência apura se há pessoas ligadas a ele e se recebeu algum tipo de ajuda. Além disso ele afirmou que as diligências continuam para buscar possíveis envolvidos, de forma direta ou indireta, na morte do policial Reinaldo José Garozi em Cianorte.

Sobre como a policia o localizou, foi explicado que foi realizado o acompanhamento pelo celular e que a investigação identificou que ele estava na região.

Foi realizado o cerco policial, onde um drone captou a presença dele enquanto ele saia de um local e seguia para outro. Ao perceber que havia a presença da polícia nas proximidades ele arrombou um imóvel e fez as pessoas reféns desde a madrugada.

O comandante Ademar Carlos Paschoal, do 3ª Comando Regional de Polícia Militar, comentou sobre os trabalhos envolvidos pelo Bope e sobre a missão de garantir a vida.

Ele também comentou sobre as prisões realizadas até o momento após a morte do policial e que os trabalhos continuam nos próximos dias.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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