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Suziane e Mohamed irão a júri popular pela morte de Kawany Cleve e Rubens Biguetti

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Suziane Ferreira dos Santos e Alessandro Benatti Júnior, o Mohamed, serão julgados pelo Tribunal do Júri pela morte de Kawany Cleve e Rubens Bigueti, que desapareceram no dia 3 de agosto de 2020 e até hoje os corpos não foram encontrados. Os dois estão presos.

A decisão consta na sentença de pronúncia proferida pelo juiz Christian Palharini Martins e ainda cabe recursos por parte dos dois réus. A sentença de pronúncia é aquela que admite a acusação oferecida para encaminhar o acusado a julgamento perante o júri.

Outro envolvido na morte do casal, Mauro Cavalcante Sobrinho, o Ceará, que também foi denunciado pelo Ministério Público, não será julgado porque faleceu quando estava preso na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste, no ano passado.

Ainda não está marcada a data de realização do júri, o que deve acontecer após a sentença de pronúncia transitar em julgado. Se não houver recursos, Suziane e Mohamed deverão ser julgados no segundo semestre deste ano.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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