REGIONAIS
VÍDEO: mostra mulher que desapareceu ao sair de Maringá para Goioerê em rodovia
A Polícia Civil investiga o desaparecimento de Cristina Aparecida Bueno da Silva, de 48 anos, que não é vista desde o dia 17 de junho, em Maringá, quando foi para as margens da rodovia PR-317, para vir para a cidade de Goioerê, onde tem familiares.
Imagens de uma câmera de segurança podem ter registrado os últimos momentos da mulher antes do desaparecimento e agora fazem parte das investigações conduzidas pelas autoridades.
Segundo a família, Cristina saiu de casa informando que viajaria para Goioerê para visitar parentes. A previsão era permanecer alguns dias na cidade e retornar no final de semana seguinte, para reassumir o trabalho normalmente na segunda-feira. No entanto, ela nunca chegou a Goioerê.
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De acordo com relatos repassados à polícia, um amigo da mulher solicitou um carro por aplicativo para levá-la até um posto de combustíveis localizado às margens da rodovia. A corrida terminou no local, nas proximidades de onde a câmera registrou a presença de Cristina pouco tempo depois.
As imagens mostram a mulher seguindo sozinha pela margem da estrada. O que aconteceu depois disso ainda é um mistério e está sendo apurado pela Polícia Civil.
Desde o desaparecimento, familiares vivem dias de angústia e incerteza. A mãe de Cristina afirma que a família não recebeu qualquer informação sobre o paradeiro da filha desde a manhã em que ela deixou a residência para viajar.
O caso, inicialmente registrado como desaparecimento, foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelas investigações relacionadas ao paradeiro da mulher e pela tentativa de reconstruir seus últimos passos.
A polícia pede a colaboração da população. Qualquer informação que possa contribuir para localizar Cristina Aparecida Bueno da Silva pode ser repassada pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou 190, da Polícia Militar. (Via GMC-online).
REGIONAIS
TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.
No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.
O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.
A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.
Prefeito pode ser afastado
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.
Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.
Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.
A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.
Composição da Câmara
Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.
Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.
Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.
A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.
/ilustrado.com.br
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