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Famílias de refugiados receberão mais mil cestas básicas

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Alimentos serão entregues principalmente a haitianos, venezuelanos, cubanos e angolanos, com prioridade para famílias com crianças, idosos, desempregados e em situação de extrema vulnerabilidade.

A Secretaria da de Estado da Justiça, Família e Trabalho iniciou nesta segunda-feira (29) a distribuição de mais mil cestas básicas para as famílias atendidas pelo Centro de Informações para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (Ceim) do Departamento de Direitos Fundamentais e Cidadania.

 

“São cestas que serão entregues prioritariamente para famílias com crianças, idosos, desempregados e em situação de extrema vulnerabilidade, que estão sofrendo com as medidas de confinamento e de contenção adotadas para combater a pandemia do coronavírus”, explicou o secretário Eder Colaço.

As cestas foram doadas pela Defesa Civil do Paraná e vão beneficiar principalmente haitianos, venezuelanos, cubanos e angolanos cadastrados no Ceim e em outros organismos de direitos humanos que atendem esta população.

“Já entregamos 510 cestas e agora são mais mil” disse Silvia Cristina Xavier, coordenadora da Política dos Refugiados, Migrantes e Apátridas da Secretaria da Justica, lembrando que muitos já receberam a ajuda, mas, mesmo assim ainda procuram o centro. “São trabalhadores informais que precisam desta assistência humanitária para um conforto social”, disse ela.

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DOAÇÕES – O Ceim é um local de apoio para os estrangeiros que chegam ao Paraná e atende, anualmente, mais de 1,5 mil famílias de todas as partes do mundo com serviços de informação e regularização da situação migratória. Lá também há uma unidade descentralizada da Agência do Trabalhador que cadastra os imigrantes que já estejam legalizados no País e buscam oportunidades de emprego e renda.

Apesar de estar funcionando apenas por teleatendimento, por meios dos números (41) 3224-1979 / 3223.7608, ou pelo e-mail [email protected], o Centro continua auxiliando a todos e está aceitando doações de cestas básicas de alimentos exclusivamente através do fone (41) 3224.1979.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

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NOTÍCIAS DO PARANÁ

Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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