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São Paulo perde, chega a 7 jogos sem vencer e pode ver título distante

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Neste domingo (31), o São Paulo perdeu por 2 a 1 para o Atlético-GO, fora de casa, e chegou a seu sexto jogo sem vencer no Campeonato Brasileiro, sete se contabilizar o empate para o Grêmio pela Copa do Brasil.

Assim, o título do torneio, ao qual a equipe já foi favorita com sete pontos de vantagem na liderança, fica cada vez mais distante. O Internacional (atual primeiro colocado) joga ainda neste domingo e o Flamengo (segundo colocado e que tem os mesmos 58 pontos dos paulistas) entra em campo na segunda-feira (1º).

Um triunfo do Inter, por exemplo, deixaria o São Paulo sete pontos atrás do líder.

Se o Flamengo vencer o Sport, fora de casa, abre três pontos de distância como vice-líder.

O time paulista ainda não venceu em 2021. O último triunfo foi por 2 a 1, contra o Fluminense, no final de dezembro do ano passado. Ainda em 2020, empatou com o Grêmio no jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil (resultado que eliminou a equipe).

Neste ano, já foi goleado por Bragantino (4 a 2) e Internacional (5 a 1), perdeu o clássico para um time misto do Santos (1 a 0) e empatou com Athletico-PR e Coritiba (ambos 1 a 1).

Os problemas na saída de bola voltaram a aparecer na equipe do técnico Fernando Diniz neste domingo. Pelo menos em três ocasiões o Atlético-GO teve boa chance de gol por um erro do adversário, mas não conseguiu concretizar.

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Mesmo assim, foram os donos da casa que saíram na frente aos 20 minutos da primeira etapa, após escanteio cobrado por Janderson e finalização de Natanael, que ainda desviou em Arboleda antes de entrar.

O time de Diniz empatou com Reinaldo, em chute da entrada da área, aos 39 também da etapa inicial.

No fim da segunda etapa, em contra-ataque puxado por Janderson, Vitor deu números finais ao jogo.

O São Paulo também teve uma alteração na data do clássico contra o Palmeiras, em razão do Mundial de Clubes que o clube alviverde irá disputar.

A partida, que estava marcada para a próxima sexta-feira (5), passou para o dia 19 de fevereiro. O campeão da Libertadores estreia na competição intercontinental no próximo dia 7.

A próxima partida do São Paulo acontece na quarta-feira (10), às 21h (horário de Brasília), no Morumbi, pelo Brasileiro.

ATLÉTICO-GO

Jean; Dudu, João Victor, Éder e Natanael; Willian Maranhão (Gilvan), Matheus Vargas (Vitor) e Marlon Freitas; Janderson (Pereira), Zé Roberto (Chico) e Rato (Nicolas). Técnico: Marcelo Cabo.

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SÃO PAULO

Tiago Volpi; Juanfran (Igor Vinícius), Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Luan (Toró), Daniel Alves, Gabriel Sara (Vitor Bueno) e Igor Gomes (Tchê Tchê); Luciano e Brenner (Pablo). Técnico: Fernando Diniz.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-GO 2×1 SÃO PAULO

Data: 31 de janeiro de 2021 (segunda-feira)
Horário: 16h (de Brasília)
Competição: Campeonato Brasileiro (33ª rodada)
Local: estádio Antônio Accioly, em Goiânia (GO)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Alexandre Álvaro Rocha de Matos (BA) e Jhonny Barros de Oliveira (SC)
VAR: Wagner Reway (PB)
Cartões amarelos: Zé Roberto, Vitor e Willian Maranhão (Atlético-GO); Diego Costa (São Paulo)
Gols: Natanael, do Atlétigo-GO, aos 20 minutos do 1º tempo; Reinaldo, do São Paulo, aos 40 minutos do 1º tempo; e Vitor, do Atlético-GO, aos 42 minutos do 2º tempo.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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