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NO PARANÁ, ABERTURA DE EMPRESAS NO QUADRIMESTRE É 20% MAIOR NA COMPARAÇÃO COM 2020

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O saldo de empresas constituídas no Paraná no primeiro quadrimestre deste ano foi 20,05% superior ao mesmo período de 2020. Os números levam em conta as aberturas e baixas ocorridas entre janeiro e abril. Considerando apenas as empresas abertas, o percentual comparativo sobe para 27,46%. O relatório foi divulgado pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar) nesta quarta-feira (12).

Neste primeiro quadrimestre, o saldo foi de 64.001 empresas, contra 53.312 de 2020. Foram estabelecidas 95.884 empresas, contra 75.228 no ano passado. As baixas, por sua vez, também tiveram crescimento. Este ano, 31.883 empresas fecharam, sendo que no mesmo período de 2020 foram 21.916, uma diferença de 45,48%.

“A digitalização dos processos colaborou muito no aumento considerável de abertura de empresas”, afirma o presidente da Junta Comercial, Marcos Rigoni. Segundo ele, as solicitações caem direto nas mãos do analista, o que gera uma economia de tempo, e é possível registrar sua empresa em questão de minutos. “A reformulação do site está tornando esse trâmite ainda mais intuitivo e a expectativa é que os resultados sejam cada dia melhores”.

A natureza jurídica mais gerada nestes quatro meses foi de Microempresa Individual (MEI), com 73.502 criações, seguida da sociedade limitada (LTDA), com 16.491. Somadas, elas correspondem a 93,86% do total. Sem contar as MEIs, o número de empresas instauradas foi de 22.382, entre consórcio (29), cooperativa (104), Eireli (1.675), Empresário (3.835), S/A (aberta) (63), S/A (fechada) (182) e outros (3).

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Os números mostram uma considerável recuperação econômica do Estado mesmo com os reflexos do período de pandemia. Abril de 2020 foi o mês com menos instauração de empresas do ano passado, com 12.591. Em 2021, a recuperação foi de 80%, com a instalação de 22.648 novos empreendimentos no mês passado. Nos outros três meses, os aumentos ficaram em 11,7%, 15% e 25%, respectivamente.

Por outro lado, em abril de 2021 também foi elevado o número de baixas, com 7.694, volume 95% maior que em 2020, quando os fechamentos chegaram a 3.950.

REFORMULAÇÃO – Desde o início de maio, a Jucepar está com site reformulado para permitir agilidade e navegação mais intuitiva para seus usuários. Houve também a integração ao portal Paraná Inteligência Artificial (PIÁ), oferecendo um sistema de busca por assunto diretamente na barra de pesquisa.

O objetivo principal da mudança é garantir a convergência entre as diretrizes do Governo do Estado e a missão da Junta de agilizar trâmites, desburocratizar e possibilitar a transparência e rapidez dos processos de forma 100% digital. Essa meta está prevista no Programa Descomplica, do Governo do Estado, que facilita e desburocratiza os processos, reduz prazos, aumenta a segurança jurídica e moderniza o registro empresarial.

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TEMPO DE ABERTURA – Outro relatório divulgado pela Junta Comercial, com dados da RedeSim, mostrou que, em abril, o Paraná reduziu o tempo médio de abertura de empresas, comparado ao mesmo período de 2020. O empresário levou, em média, 1 dia e 14 horas para abrir uma empresa no Estado. O trabalho de digitalização e desburocratização reduziu o tempo em 17 horas no comparativo com abril de 2020 (2 dias e 7 horas) e 73 horas em relação a abril de 2019 (4 dias e 15 horas).

O tempo é ainda mais significativo na comparação do volume do trabalho. Em abril de 2021 foram 4.666, enquanto no mesmo período de 2020 foram 2.029, e no mesmo espaço de 2019 foram 3.336.

O Paraná ficou em segundo lugar no tempo total de registro de empresas no ranking de abril, atrás apenas de Sergipe, que processa volume menor de pedidos (apenas 339 em abril de 2021). Em terceiro lugar aparece Goiás, com 1 dia e 17 horas, e em quarto Roraima, com 1 dia e 19 horas. A média nacional fechou em 3 dias e 8 horas.

No mês passado, segundo a Junta Comercial, 84% das empresas conseguiram abertura em até 3 dias, 10% entre 3 e 5 dias, 3% entre 5 e 7 dias, e outros 3% em mais de 7 dias.

Fonte: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DO PARANÁ

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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