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Paraná recebe mais 374,1 mil doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19

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Chegaram ao Paraná, na noite desta segunda-feira (17), mais 374.100 novas doses do imunizante Covishield, produzido na parceria entre Universidade de Oxford, AstraZeneca e Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

As vacinas contra a Covid-19 integram a 20ª remessa enviada pelo Ministério da Saúde ao Estado. Fazem parte da remessa, também, mais 39.780 doses da vacina Comirnaty/Pfizer, previstas para chegar nesta terça-feira (18)

As doses desembarcaram às 23h20 de segunda-feira no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Na sequência, foram enviadas ao Cemepar (Centro de Medicamentos do Paraná) para conferência e armazenamento até sua distribuição às 22 Regionais de saúde, o que deve ocorrer ainda nesta terça.

As doses da AstraZeneca são destinadas a quatro grupos prioritários:

  • 229.100 doses para a aplicação da segunda dose (D2) em pessoas de 60 a 64 anos e de 65 a 69 anos;
  • 145 mil para a primeira dose (D1) de pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência;
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Já as doses da Pfizer são direcionadas para a primeira dose dos grupos de comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência.

A distribuição das vacinas às 22 Regionais do Estado será realizada por vias terrestre e aérea, com apoio das aeronaves do Governo, levando os imunizantes às regionais mais distantes da Capital. Junto das doses da AstraZeneca, mais 368,8 mil doses de vacinas contra Covid-19 serão enviadas aos municípios.

O quantitativo é composto por doses residuais das 18ª e 19ª remessas, sendo 22.230 doses da Comirnaty (Pfizer/BioNTech), 118 mil doses da Covidshield (AstraZeneca/Oxford/Fiocruz) e ainda 188.800 doses da CoronaVac (Butantan/Sinovac).

No total, o Plano Estadual de Vacinação estima 4.812.142 pessoas compondo os 28 grupos prioritários da imunização. Até a manhã desta terça-feira, 2.151.343 paranaenses haviam recebido a primeira dose e 1.111.201 a segunda, completando sua imunização contra o coronavírus. Os números foram atualizados às 8h29.

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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