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PROJETO QUE DETERMINA DIVULGAÇÃO DE LISTA DE ESPERA DO SUS ESTÁ NA PAUTA DE VOTAÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

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A relação dos pacientes que aguardam por uma consulta com especialista ou uma cirurgia pelo SUS no Paraná deverá ser disponibilizada na internet. É o que determina o projeto de lei 21/2019, apresentado na Assembleia Legislativa do Paraná pela deputada Luciana Rafagnin (PT) e pelo deputado Michele Caputo (PSDB).

A proposta está na pauta de votação na sessão plenária de segunda-feira (5). De acordo com o texto, a lista atualizada de pacientes em fila de espera que aguardam atendimento para consulta especializada, exames, internações e a realização de cirurgias eletivas ou de emergência na Rede Pública Estadual de Saúde ou em instituições conveniadas ao Sistema Único de Saúde deverá ser publicada na internet, em site oficial da Secretaria de Estado da Saúde e também das regionais de saúde.

Para resguardar a privacidade, a listagem deverá conter apenas as iniciais do paciente, além do número do cartão do SUS e o procedimento que aguarda a realização, com a data da solicitação do médico e a previsão que o procedimento seja realizado. Essa lista, de acordo com o projeto, deverá ser atualizada semanalmente.

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Os autores justificam que a proposta “institui um mecanismo de transparência à fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) e também uma forma de ampliar a garantia do direito de acesso à política pública por parte da população e de contribuir para o aumento do controle social nesta área”, relatam. “Essa iniciativa também possibilitará identificar os gargalos e as dificuldades de atendimentos existentes na rede pública estadual de saúde, visando contribuir na efetivação de melhorias no gerenciamento do SUS no Paraná”.

Vacinação – Também em pauta, mas em redação final, ou seja, se caso aprovado seguirá para a sanção ou veto do Governo do Estado, está o projeto de lei 20/2021, de autoria de diversos deputados, que trata da punição àqueles que burlarem a fila de vacinação contra a covid-19 no Paraná.

Ainda em votação, de terceiro turno, o projeto de lei 530/2020 que trata das diretrizes para os novos contratos de concessão da malha ferroviária, entre as determinações, a necessidade de desviar os ramais ferroviários de dentro das cidades; e o projeto de lei 66/2021 que retoma a isenção da contribuição ao Sistema de Proteção Social por parte dos militares com moléstias graves.

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Audiências – Na segunda-feira (5), às 9h30, será realizada uma audiência pública como o tema “Inovação e Vacinas”. O debate é proposto pelo deputado Emerson Bacil (PSL), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior.

Na terça-feira (6), às 9 horas, por proposição do deputado Tadeu Veneri (PT), o debate será sobre a implantação da Lei Federal 13.935/2019, que determina que as redes públicas de educação básica deverão contar com serviços de psicologia e de serviço social para atender às necessidades e prioridades definidas pelas políticas de educação, por meio de equipes multiprofissionais, com o objetivo de desenvolver ações para a melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem, com a participação da comunidade escolar, atuando na mediação das relações sociais e institucionais.

Os dois encontros terão transmissão ao vivo pela TV Assembleia, site e redes sociais do Legislativo.

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De capital de giro ao financiamento da frota, Sicredi estrutura crédito ideal para as empresas

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Na vida de uma empresa, o fornecedor exige pagamento em 30 dias, mas o cliente paga em 60. A oportunidade de comprar matéria-prima com desconto aparece em um momento de caixa apertado. A frota envelheceu e o caminhão novo já está cotado, mas o investimento não pode esperar a próxima safra de receitas. Essas situações são apenas exemplos de onde o crédito deixa de ser uma operação eventual e se torna parte da estratégia do empresário.

Para o associado pessoa jurídica, o Sicredi estrutura um portfólio que parte dessa realidade. Antes da contratação, o gerente de relacionamento mapeia o ciclo financeiro do negócio, quando entra dinheiro, quando sai, em que meses o caixa se aperta, qual o calendário próprio do setor e, a partir disso, sugere a operação adequada. É uma lógica que se afasta da venda padronizada e se aproxima do trabalho de um conselheiro financeiro que conhece o associado de perto.

Entre os produtos do portfólio para pessoa jurídica está o capital de giro, que atende a empresa que vende a prazo e precisa pagar fornecedores à vista, a indústria que compra insumos antes de fechar a venda e o comércio que precisa montar estoque para a alta temporada. A operação é dimensionada conforme o ciclo do negócio, com prazo e estrutura compatíveis com a previsão de geração de caixa.

A conta garantida cumpre função complementar e atende a outro perfil de necessidade: o limite que a empresa precisa ter disponível, mas só pretende usar quando aparecer um aperto pontual. Funciona como um respiro pré-aprovado vinculado à conta corrente pessoa jurídica, acionado apenas nos dias em que o caixa exige e cobrado proporcionalmente ao uso. É uma solução útil para negócios com fluxo irregular, como prestadores de serviço com receita concentrada em datas específicas, comércios sazonais ou indústrias com ciclo de recebíveis longos.

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O desconto de duplicatas e a antecipação de recebíveis transformam vendas a prazo em caixa imediato. Em vez de aguardar semanas ou meses pelo pagamento dos clientes, a empresa antecipa esses valores e ganha agilidade para reinvestir, pagar fornecedores ou para novas oportunidades de negócio. A operação se integra à conta pessoa jurídica e conecta-se aos sistemas de gestão da empresa, automatizando emissão de boletos, cobrança eletrônica e conciliação financeira, reduzindo o tempo que o empresário utiliza em tarefas administrativas.

“O associado encontra na cooperativa um parceiro que conhece o ciclo do negócio dele. Antes de oferecer uma linha de crédito, o gerente entende a operação, identifica a necessidade real e estrutura a solução adequada. Essa proximidade tem se mostrado um diferencial importante para os associados”, destaca Anderson Cruz, gerente de desenvolvimento de negócios na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Quando o investimento é de longo prazo, como a aquisição de equipamentos de produção ou a reforma estrutural, entra o investimento empresarial. As linhas se ajustam ao porte do projeto e ao retorno previsto, com prazos compatíveis com o tempo de maturação da operação. Em muitos casos, a estruturação se conecta a programas de fomento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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O financiamento de veículos pesados completa o portfólio destinado ao setor produtivo. Caminhões, implementos rodoviários, equipamentos de movimentação de carga, máquinas para construção e veículos utilitários são parte da operação de transportadoras, agroindústrias, construtoras e empresas do comércio atacadista. As linhas combinam recursos próprios da cooperativa com programas como o Finame, em estrutura adaptada ao tipo de veículo, ao uso operacional e ao perfil de garantia. Para empresas que dependem da renovação periódica da frota, esse acompanhamento dá previsibilidade ao planejamento de investimento.

O conjunto de soluções de crédito se conecta a um portfólio amplo e completo, que reúne pagamentos, recebimentos, emissão de boletos, Pix gratuito, folha de pagamento, cartão empresarial, máquina de cartões, soluções de cobrança, seguros, consórcios, investimentos e câmbio para comércio exterior.

Com 10 milhões de associados em todo o Brasil, o segmento empresarial do Sicredi vem crescendo de forma contínua e já conta com 1,4 milhão de pessoas jurídicas associadas — crescimento de 16,5% em 12 meses. Os dados comprovam que o Sicredi consolida a sua relevância no atendimento ao público empresarial, especialmente entre micros e pequenas empresas, que representam 95% dessa base. Atualmente, cerca de 27% das pequenas empresas brasileiras são associadas à instituição, reforçando sua capilaridade e conexão com a economia real.

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