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Seis meses após iniciar a vacinação, Paraná chega a 6,9 milhões de doses aplicadas

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Há exatos seis meses, em 18 de janeiro, desembarcavam no Paraná as primeiras doses do imunizante Coronavac, produzido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, para dar início a uma campanha de vacinação que se tornou a maior arma para vencer a pandemia de Covid-19.

 

Desde a noite daquela segunda-feira chuvosa, em que oito profissionais de saúde da linha de frente do Complexo Hospitalar do Trabalhador, de Curitiba, receberam as primeiras doses, o Estado chega a este domingo, 18 de julho, com 6.964.371 vacinas aplicadas, uma média de 38,4 mil doses administradas por dia nos 399 municípios. É o quinto estado com o maior número de aplicações, praticamente colado com a Bahia.

“Desde o início da campanha o Estado se esforçou para que a vacina chegasse o mais rápido possível aos braços dos paranaenses”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Estruturamos uma rede logística, com a utilização das aeronaves da frota estadual para fazer a distribuição do imunizante de forma ágil, e contamos com o apoio de todos os municípios, que estão vacinando de domingo a domingo”, destaca.

Até o momento, 5.418.621 paranaenses foram vacinados, o que corresponde a 62,1% da população adulta do Estado. Destes, 33,6% já está com o escudo de imunização completa, com a aplicação das duas doses ou do imunizante de dose única – um total de 1.821.513 pessoas. Os dados constam no sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos municípios.

Ari Dias/AEN

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, salienta que já é possível observar resultados positivos conforme a campanha avança, como a redução dos internamentos de idosos nas UTIs, público que foi em sua maioria imunizado. “A vacinação tem sido o principal instrumento de defesa nesse momento, é o que vai nos dar a condição de superar essa dificuldade do coronavírus. Estamos construindo um escudo imunológico coletivo, porque quando o grupo de vacinados aumenta, diminui a transmissão e a contaminação geral da população”, diz.

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O calendário de vacinação contra a Covid-19 prevê vacinar com a primeira dose toda a população adulta do Paraná até o final de setembro, atingindo 80% desse público até o fim de agosto. Para este domingo está previsto o limite para vacinar toda a faixa dos 40 anos.

PÚBLICOS – Ao mesmo em tempo em que segue vacinando os grupos prioritários, aqueles que estão mais expostos ao vírus ou têm maiores chances de desenvolver as formas graves da doença, o Paraná também já aplicou 1.942.294 doses de imunizantes na população em geral, com idade entre 18 e 59 anos. É o terceiro estado brasileiro que mais vacinou esse público em números absolutos de doses.

Também foram aplicadas 3.024.113 doses nas pessoas com 60 anos ou mais; 743.557 nos profissionais da saúde; 563.925 em pessoas com comorbidades; 225.573 em trabalhadores do ensino básico; 84.360 em caminhoneiros, sendo que a maioria (75.070) de dose única; 72.150 em gestantes e puérperas; 62.341 em pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência para idosos (ILPI); 51.081 em pessoas com deficiência permanente; 24.463 na população privada de liberdade; 19.174 em indígenas; 8.308 em quilombolas; 3.422 em pessoas em situação de rua; 3.352 em pessoas com deficiência institucionalizadas e 2.748 na população ribeirinha.

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Entre as outras categorias profissionais, foram administradas 34.350 vacinas nos trabalhadores das forças de segurança e salvamento; 31.691 nos profissionais de ensino superior; 15.505 nos trabalhadores do transporte coletivo rodoviário; 14.102 em trabalhadores de limpeza; 13.003 em portuários; 10.378 nas Forças Armadas; 4.576 em funcionários do sistema penitenciário; 4.511 em trabalhadores industriais; 4.198 do transporte aéreo; 2.475 do transporte ferroviário e 191 do transporte aquaviário. (AEN)

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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