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Rodovias do Paraná registram cinco mortes durante o Ano Novo

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As rodovias federais do Paraná registraram cinco mortes durante o feriado de Ano Novo, além de 78 acidentes e 93 feridos. Os números foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que encerrou às 23h59 do domingo (2) a Operação Ano Novo 2022 no estado.

Ao todo, foram quatro dias de operação, iniciada na última quinta-feira (30). Foram flagrados 124 motoristas dirigindo embriagados, com oito prisões; 532 condutores ou passageiros que estavam sem o cinto de segurança; e 99 ocasiões em que crianças não utilizavam adequadamente um dispositivo de retenção, como a cadeirinha.

Foram registradas 409 ultrapassagens irregulares durante o feriado, representando mais de quatro flagrantes por hora de operação. De acordo com a PRF, esse tipo de ultrapassagem é responsável pela maioria dos acidentes do tipo colisão frontal, onde o motorista não consegue efetuar em tempo a manobra de ultrapassagem ou força a ultrapassagem, colidindo frontalmente com o veículo que está trafegando no sentido contrário.

Na operação do ano passado, durante o período de restrições impostas pela pandemia, entre os dias 31 de dezembro de 2020 e 3 de janeiro de 2021, 86 acidentes foram atendidos, 117 pessoas ficaram feridas e uma pessoa morreu.

Quase 11 mil veículos foram fiscalizados, com 2.871 registros de infrações nos cerca de quatro mil quilômetros de rodovias federais da circunscrição da PRF no Paraná. No total, 134 veículos foram recolhidos, por diferentes irregularidades.

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Outros sete veículos foram recuperados e 35 pessoas foram detidas por diversos motivos.

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De capital de giro ao financiamento da frota, Sicredi estrutura crédito ideal para as empresas

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Na vida de uma empresa, o fornecedor exige pagamento em 30 dias, mas o cliente paga em 60. A oportunidade de comprar matéria-prima com desconto aparece em um momento de caixa apertado. A frota envelheceu e o caminhão novo já está cotado, mas o investimento não pode esperar a próxima safra de receitas. Essas situações são apenas exemplos de onde o crédito deixa de ser uma operação eventual e se torna parte da estratégia do empresário.

Para o associado pessoa jurídica, o Sicredi estrutura um portfólio que parte dessa realidade. Antes da contratação, o gerente de relacionamento mapeia o ciclo financeiro do negócio, quando entra dinheiro, quando sai, em que meses o caixa se aperta, qual o calendário próprio do setor e, a partir disso, sugere a operação adequada. É uma lógica que se afasta da venda padronizada e se aproxima do trabalho de um conselheiro financeiro que conhece o associado de perto.

Entre os produtos do portfólio para pessoa jurídica está o capital de giro, que atende a empresa que vende a prazo e precisa pagar fornecedores à vista, a indústria que compra insumos antes de fechar a venda e o comércio que precisa montar estoque para a alta temporada. A operação é dimensionada conforme o ciclo do negócio, com prazo e estrutura compatíveis com a previsão de geração de caixa.

A conta garantida cumpre função complementar e atende a outro perfil de necessidade: o limite que a empresa precisa ter disponível, mas só pretende usar quando aparecer um aperto pontual. Funciona como um respiro pré-aprovado vinculado à conta corrente pessoa jurídica, acionado apenas nos dias em que o caixa exige e cobrado proporcionalmente ao uso. É uma solução útil para negócios com fluxo irregular, como prestadores de serviço com receita concentrada em datas específicas, comércios sazonais ou indústrias com ciclo de recebíveis longos.

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O desconto de duplicatas e a antecipação de recebíveis transformam vendas a prazo em caixa imediato. Em vez de aguardar semanas ou meses pelo pagamento dos clientes, a empresa antecipa esses valores e ganha agilidade para reinvestir, pagar fornecedores ou para novas oportunidades de negócio. A operação se integra à conta pessoa jurídica e conecta-se aos sistemas de gestão da empresa, automatizando emissão de boletos, cobrança eletrônica e conciliação financeira, reduzindo o tempo que o empresário utiliza em tarefas administrativas.

“O associado encontra na cooperativa um parceiro que conhece o ciclo do negócio dele. Antes de oferecer uma linha de crédito, o gerente entende a operação, identifica a necessidade real e estrutura a solução adequada. Essa proximidade tem se mostrado um diferencial importante para os associados”, destaca Anderson Cruz, gerente de desenvolvimento de negócios na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Quando o investimento é de longo prazo, como a aquisição de equipamentos de produção ou a reforma estrutural, entra o investimento empresarial. As linhas se ajustam ao porte do projeto e ao retorno previsto, com prazos compatíveis com o tempo de maturação da operação. Em muitos casos, a estruturação se conecta a programas de fomento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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O financiamento de veículos pesados completa o portfólio destinado ao setor produtivo. Caminhões, implementos rodoviários, equipamentos de movimentação de carga, máquinas para construção e veículos utilitários são parte da operação de transportadoras, agroindústrias, construtoras e empresas do comércio atacadista. As linhas combinam recursos próprios da cooperativa com programas como o Finame, em estrutura adaptada ao tipo de veículo, ao uso operacional e ao perfil de garantia. Para empresas que dependem da renovação periódica da frota, esse acompanhamento dá previsibilidade ao planejamento de investimento.

O conjunto de soluções de crédito se conecta a um portfólio amplo e completo, que reúne pagamentos, recebimentos, emissão de boletos, Pix gratuito, folha de pagamento, cartão empresarial, máquina de cartões, soluções de cobrança, seguros, consórcios, investimentos e câmbio para comércio exterior.

Com 10 milhões de associados em todo o Brasil, o segmento empresarial do Sicredi vem crescendo de forma contínua e já conta com 1,4 milhão de pessoas jurídicas associadas — crescimento de 16,5% em 12 meses. Os dados comprovam que o Sicredi consolida a sua relevância no atendimento ao público empresarial, especialmente entre micros e pequenas empresas, que representam 95% dessa base. Atualmente, cerca de 27% das pequenas empresas brasileiras são associadas à instituição, reforçando sua capilaridade e conexão com a economia real.

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