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PCPR amplia serviços da 2ª Via Fácil do RG e cidadão pode atualizar dados pela internet

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) ampliou o serviço da 2ª Via Fácil do Registro Geral (RG) e oferece ainda mais facilidade ao cidadão a partir desta terça-feira (11). O novo sistema, desenvolvido em parceria com a Celepar, permite ao cidadão alterar fotografia, assinatura e dados biográficos do documento, tais como nome, sobrenome e filiação, de forma totalmente online.

O diretor do Instituto de Identificação do Paraná (IIPR), delegado Marcus Michelotto, ressalta que essa nova ampliação disponibiliza mais comodidade e segurança ao cidadão.

“O pedido remoto do RG oferece às pessoas que buscam nossos serviços a possibilidade de fazer todo o trâmite de alteração ou reemissão do documento sem sair de casa. Desta forma, a ida a um dos postos do identificação será necessária somente para a retirada do documento”, conta.

Para solicitar a emissão da 2ª Via Fácil a população poderá utilizar o aparelho celular, tablet ou computador. O sistema está hospedado na página www.policiacivil.pr.gov.br, na aba “documentos”, ou diretamente neste link.

Os documentos a serem anexados deverão estar no formato .pdf ou .jpeg com tamanho máximo de cinco megabytes. Já a fotografia deverá ser encaminhada em formado .jpeg e com tamanho máximo de cinco megabytes. O serviço é intuitivo e apontará alterações que precisarão ser feitas, caso os arquivos estejam fora do padrão.

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A solicitação de uma nova via do RG pode ser feita por pessoas que já possuam o documento no Paraná. O serviço de reimpressão da 2ª Via Fácil, sem alteração de dados e foto, continua ativo. A população também continuará a ter disponível o serviço com alteração apenas da fotografia.

Pessoas que tenham atualizado recentemente a foto e outros dados no sistema do Detran podem fazer o pedido de reimpressão do RG, já que a integração dos dados é feita de forma automática.

BALANÇO

Em 2021 a PCPR emitiu 19% mais segundas vias de RG na modalidade online do que no ano anterior. Enquanto em 2020 foram geradas cerca de 100 mil segundas vias, no ano passado o número passou para cerca de 119 mil. O pedido do documento pela internet é a forma mais fácil de obter o RG em caso de perda.

Agência Estadual de Notícias

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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