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Palmeiras é o 9º brasileiro a conquistar a Recopa; veja a lista

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O Palmeiras se tornou o 9º brasileiro a conquistar o título da Recopa Sul-Americana. Com a vitória por 2 a 0 sobre o Athletico, o Alviverde se juntou a São Paulo, Internacional, Grêmio, Cruzeiro, Santos, Corinthians e Atlético-MG na lista de times brasileiros campeões do torneio que reúne os campeões da Libertadores e da Sul-Americana.

Dos nove brasileiros campeões da Recopa, três deles ganharam duas vezes: São Paulo (1993 e 1994), Internacional (2007 e 2011) e Grêmio (1996 e 2018). O Palmeias agora se iguala Cruzeiro, Santos, Corinthians, Atlético-MG e Flamengo com uma conquista cada.

Já o Athletico disputou a competição pela segunda vez e segue sem título. A outra vez foi em 2019, quando perdeu para o River Plate. Além do Rubro-Negro, Botafogo (1994) e Chapecoense (2017) disputaram a Recopa e não ganharam.

A Recopa Sul-Americana é o torneio que reúne os campeões da Libertadores e da Sul-Americana e é importante também financeiramente. A Conmebol aumentou a premiação para 2022 e o Palmeiras vai receber US$ 1,6 milhão (R$ 9,1 milhões), enquanto o vice fica com US$ 800 mil (R$ 4,5 milhões).

Os dois times já têm presença garantida na Libertadores de 2022 e podem voltar para a Recopa de 2023 em caso de título. Athletico e Palmeiras são cabeças de chave, ou seja, não podem se enfrentar na fase de grupos. O sorteio só vai acontecer após a definição dos classificados na fase prévia, onde estão América-MG e Fluminense.

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PALMEIRAS E MAIS OITO: OS BRASILEIROS CAMPEÕES DA RECOPA SUL-AMERICANA

2 títulos

  • São Paulo – 1993 e 1994
  • Internacional – 2007 e 2011
  • Grêmio – 1996 e 2018

 

1 título

  • Cruzeiro – 1998
  • Santos – 2012
  • Corinthians – 2013
  • Atlético-MG – 2014
  • Flamengo – 2020
  • Palmeiras – 2022
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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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