
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Licenciamento de veículo poderá ser pago por PIX, anuncia Detran
O pagamento do licenciamento de veículos e multas vinculadas a esse serviço, disponíveis no Extrato de Veículos, poderão ser pagas por meio de PIX a partir desta segunda-feira (13). Os códigos estão disponíveis no portal do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR).
Por enquanto, apenas essas guias estão disponíveis para esta modalidade de pagamento. Passado o período de testes, será implementado para as demais guias do Detran geradas no portal e no atendimento presencial, nas áreas de veículos, habilitação e infrações.
Dessa forma, o correntista de qualquer banco poderá pagar por meio de QRCode ou código numérico, o que facilita o pagamento, a qualquer hora. Por esse sistema, a operação pode ser feita pelo celular. A adequação do pagamento por PIX foi desenvolvida em parceria com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e o Banco do Brasil.
Este tipo de transação também é mais segura contra fraudes e boletos falsos, por exigir que o cidadão utilize seus dados para criar a chave PIX. “Essa novidade nos dá ganho de atendimento enorme e facilita a vida do cidadão, que é um pedido do governador Ratinho Junior”, destaca o diretor-geral do Detran, Adriano Furtado.
Segundo o presidente da Celepar, Leandro Moura, a iniciativa vem ao encontro da missão da empresa. “Queremos desburocratizar serviços públicos e facilitar a vida do cidadão, possibilitando a ele uma nova forma de pagamento com o uso de tecnologia”, completa.

COMO PAGAR
Ao acessar o portal do Detran, o condutor deverá procurar por Extrato de Veículos e preencher o formulário com o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) do seu veículo.
No resumo da consulta, aparecerá se o cidadão tem débito de licenciamento ou multas impostas ou obrigatórias e a opção de emitir a guia do total de débitos. Então, basta selecionar o débito para pagar e escolher se quer gerar o QRCode do PIX ou emitir a guia, que também aparecerá com o QRCode do PIX ao lado do código de barras.
Fonte: Agência Estadual de Notícias
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
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