ESPORTES
Coritiba vence o Cianorte de virada e segue na cola do líder do Paranaense
O Coritiba saiu atrás, mas aproveitou a vantagem de um jogador a mais no segundo tempo e derrotou o Cianorte de virada por 3 a 1. O resultado mantém o Coxa com vantagem na vice-liderança do Campeonato Paranaense.
Com a vitória, o Coritiba se recuperou do tropeço em casa na rodada para o Azuriz e subiu para 16 pontos. A desvantagem para o líder Athletico permanece em dois pontos.
Os dois líderes do Campeonato Paranaense disputam o clássico Athetiba na próxima rodada. A partida acontece no domingo (05), às 18h30, na Arena da Baixada.
CORITIBA SE RECUPERA COM VITÓRIA DE VIRADA
Sem Alef Manga, que começou no banco de reservas, o Coritiba começou a melhor a partida e teve a primeira chance aos seis minutos. Natanael levantou na área e Rodrigo Pinho cabeceou no chão.
O Leão do Vale seguiu próximo da área até abrir o placar no minuto seguinte. Em cobrança de lateral na área, Janderson ganhou no corpo de Willian Farias e tocou para Luiz Fernando. O atacante chutou forte e mandou a bola para o fundo da rede.
O jogo ficou nervoso para o Coxa depois do gol sofrido. Além da dificuldade em levar perigo para o goleiro Neto, o time alviverde e a torcida reclamaram de faltas não marcadas pelo árbitro Lucas Paulo Torezin.
O Coritiba voltou para o segundo tempo com Alef Manga no lugar de Bruno Gomes. O atacante sofreu falta na intermediária logo no primeiro minuto. Na cobrança, Victor Luís cruzou na área, Kaio César cabeceou e o goleiro Neto defendeu sem dar rebote.
O panorama da partida mudou aos nove minutos. Em rápido contra-ataque, Marcelino Moreno sofreu falta de Igor Morais próximo da entrada da área. O zagueiro do Cianorte recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Com um jogador a mais, o Coxa tomou conta do jogo e ficou ainda mais ofensivo com as entradas de Jesús Trindade e Robson. O gol de empate saiu aos 29 minutos. Kaio César deu belo passe para Robson, que driblou o goleiro e tocou para o meio. Rodrigo Pinho, com a meta vazia, apenas completou para a rede.
O empate deu moral para o Coritiba, que seguiu na pressão e virou a partida aos 34. Depois de bela jogada de Alef Manga pela esquerda, Rodrigo Pinho recebeu o passe e marcou o segundo dele.
A vitória foi completada aos 39 minutos. Alef Manga foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou a penalidade máxima. Na cobrança, o próprio atacante cobrou com força no meio do gol e fechou a virada.
FICHA TÉCNICA – CORITIBA 3X1 CIANORTE
Data, horário e local: quinta-feira (02), às 19h15, no Couto Pereira.
Coritiba: Gabriel Vasconcelos; Natanael, Jhon Chancellor, Henrique (Márcio Silva) e Victor Luís; Willian Farias (Jesús Trindade), Bernardo (Robson) e Bruno Gomes (Alef Manga); Kaio César (Fabrício Daniel), Rodrigo Pinho e Marcelino Moreno. Técnico: António Oliveira.
Cianorte: Neto; Adriano Júnior, Alex Trindade, Igor Morais e Nicolas (Hulk); Renan Areias, Handerson (Felipe Trevisan) e Caio Cunha (Cauê); Luiz Fernando (Marlon), Raul (Rian) e Joanderson. Técnico: Alexandre Gallo.
Gols: Luiz Fernando (CIA), aos 21′ do primeiro tempo, Rodrigo Pinho (CFC), aos 29′ e 34′ do segundo tempo, e Alef Manga (CFC), aos 39′ do segundo tempo.
Cartões amarelos: Adriano Júnior e Hulk (CIA); Henrique e Kaio César (CFC).
Cartão vermelho: Igor Morais (CIA).
Arbitragem: Lucas Paulo Torezin, auxiliado por Jefferson Cleiton Piva da Silva e Alessand
ESPORTES
Brasil vence Egito mas não convence
A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.
A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.
Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.
Como foi a partida
A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.
Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.
O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.
O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.
A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.
A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.
No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.
Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.
Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.
Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.
Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.
Ficha técnica
Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)
Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores
Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).
Cartão amarelo: Marquinhos e Hany
Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)
BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti
EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.
Foto CBF/ PARANA PORTAL
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