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Betinho Lima e Reitor da UEM anunciam curso de Agronomia no Campus de Goioerê; primeira turma começa em 2025

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Na tarde desta quinta-feira, dia 16, o prefeito Betinho Lima, em conjunto com o Reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Leandro Vanalli, fez um importante anúncio para o desenvolvimento educacional e econômico da cidade: a implantação do curso de Agronomia no Campus da UEM de Goioerê, com a primeira turma prevista para o ano letivo de 2025.

O anúncio ocorreu no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Goioerê (Acig), contando com a presença de diversas lideranças locais e alunos dos colégios Duque de Caxias, Antonio Lacerda Braga (Premen II) e Premen I. A manifestação dos alunos durante o anúncio demonstrou a importância e o interesse no novo curso, que inicialmente disponibilizará 30 vagas em 2025, aumentando para 60 em 2026, 90 em 2027 e 120 em 2028. As vagas do curso para o CRG será incluso no vestibular da UEM deste ano.

O prefeito Betinho Lima, que há anos articulava a vinda do curso de Agronomia para Goioerê, expressou sua alegria com a conquista, destacando que a iniciativa é fruto de um esforço conjunto. Ele enfatizou que o curso proporcionará aos jovens de Goioerê uma oportunidade de educação de qualidade, gratuito,  sem precisarem deixar a cidade.

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Por sua vez, o reitor Leandro Vanalli ressaltou a importância da articulação do prefeito Betinho Lima com o governo estadual para a concretização do curso de Agronomia em Goioerê, reconhecendo-o como um defensor incansável da cidade.

O  presidente da Acig, Alexandre Cândido, afirmou “Hoje é um sonho que está se tornando realidade. Este curso de agronomia é uma luta de muito tempo, desde 2019, quando falei para o prefeito que Goioerê precisa da indústria sem chaminé e começamos a sonhar juntos” e afirmou que “hoje é o dia mais feliz neste ano para mim, como presidente da Acig”.

fonte e foto tribuna da região

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TRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu, nesta quarta-feira (19), pela cassação dos mandatos do prefeito de Moreira Sales, Luiz Volpato, e da vereadora Priscila Albano, que foi a candidata mais votada para a Câmara Municipal nas eleições de 2024. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suposta compra de votos.

No caso do prefeito, a Justiça Eleitoral de primeira instância havia julgado a ação de forma favorável a Volpato, entendendo que não havia comprovação suficiente de sua participação no esquema atribuído à vereadora.

O Ministério Público Eleitoral recorreu da sentença e levou o caso para análise do TRE-PR. No julgamento realizado nesta quarta-feira, a maioria dos integrantes da Corte acolheu o recurso. O resultado foi de 5 votos pela cassação contra 2.

A situação de Priscila Albano já era diferente. A vereadora havia sido cassada em primeira instância e recorreu da decisão. Ao analisar o recurso, o TRE-PR decidiu manter a cassação do mandato.

Prefeito pode ser afastado

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral ainda não encerra definitivamente o processo. As partes podem apresentar embargos de declaração, recurso destinado a questionar eventual omissão, contradição, obscuridade ou erro na decisão.

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Também existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme o entendimento apresentado durante o julgamento, contudo, Volpato poderá deixar o cargo enquanto o processo estiver em tramitação.

Caso isso ocorra, o comando do município poderá ser assumido temporariamente pelo presidente da Câmara de Moreira Sales, Gustavo Henrique Santos, conhecido como Gustavo do Esporte.

A definição sobre a permanência ou não do prefeito no cargo deverá observar os desdobramentos processuais e as decisões da Justiça Eleitoral.

Composição da Câmara

Com a perda do mandato de Priscila Albano, a composição da Câmara Municipal também deverá passar por alteração.

Será necessária a retotalização dos votos das eleições municipais de 2024, procedimento realizado pela Justiça Eleitoral para recalcular a distribuição das cadeiras após a alteração na validade dos votos.

Somente depois desse processo será definido quem ocupará a vaga deixada pela vereadora.

A decisão desta quarta-feira ainda está sujeita a recursos nas instâncias superiores da Justiça Eleitoral.

/ilustrado.com.br

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