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Assembleia vota projeto que amplia ações da Patrulha Maria da Penha

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Os deputados estaduais votam, nesta segunda-feira (19), um projeto de lei que amplia a atuação da Patrulha Maria da Penha no Paraná. A nova legislação foi encaminhada à Assembleia Legislativa pelo Governo do Estado, e permite que a Polícia Militar desenvolva ações preventivas para proteger mulheres em situação de violência doméstica.

Conforme o texto assinado pelo governador Ratinho Junior (PSD), entre as ações previstas estão visitas e acompanhamento de casos registrados em boletins de ocorrência ou alvo de denúncias, a realização de palestras educativas e a modernização de mecanismos e indicadores de proteção.

O Executivo justifica a iniciativa como essencial para que a Polícia Militar do Paraná determine, conforme critérios técnicos, as diretrizes gerais e áreas prioritárias para sua efetiva atuação, assegurando o fortalecimento da segurança pública, seja preventiva ou repressivamente, e proporcionando às vítimas de violência doméstica e seus familiares orientações relacionadas às redes de apoio disponibilizadas por outros órgãos e entidades, às medidas protetivas de urgência, entre outras.

Antes de ir a votação em plenário, o projeto de lei recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Comissão de Segurança Pública e da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

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Os deputados estaduais votam, nesta segunda-feira (19), um projeto de lei que amplia a atuação da Patrulha Maria da Penha no Paraná. A nova legislação foi encaminhada à Assembleia Legislativa pelo Governo do Estado, e permite que a Polícia Militar desenvolva ações preventivas para proteger mulheres em situação de violência doméstica.

Conforme o texto assinado pelo governador Ratinho Junior (PSD), entre as ações previstas estão visitas e acompanhamento de casos registrados em boletins de ocorrência ou alvo de denúncias, a realização de palestras educativas e a modernização de mecanismos e indicadores de proteção.

O Executivo justifica a iniciativa como essencial para que a Polícia Militar do Paraná determine, conforme critérios técnicos, as diretrizes gerais e áreas prioritárias para sua efetiva atuação, assegurando o fortalecimento da segurança pública, seja preventiva ou repressivamente, e proporcionando às vítimas de violência doméstica e seus familiares orientações relacionadas às redes de apoio disponibilizadas por outros órgãos e entidades, às medidas protetivas de urgência, entre outras.

Antes de ir a votação em plenário, o projeto de lei recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Comissão de Segurança Pública e da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

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Foto: Sesp

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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