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Polícia Civil apreende carga de celulares e outros produtos avaliada em R$ 4 mi em CM

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Uma investigação da Polícia Civil resultou na apreensão de uma carga de produtos contrabandeados avaliada em aproximadamente R$ 4 milhões, nesta terça-feira, em Campo Mourão. Entre os itens encontrados estavam cerca de 3.500 celulares, medicamentos para emagrecimento, hormônios e grande quantidade de cabelo humano, que seria destinado à fabricação de perucas.

A ocorrência teve início após um caminhoneiro procurar a Polícia Militar relatando uma suposta tentativa de roubo na rodovia. Segundo ele, o caminhão, que transportava telhas de material reciclado, teria sido alvo de disparos nas proximidades do trevo de acesso à comunidade Barreiro das Frutas.

O veículo foi encaminhado à delegacia para os procedimentos relacionados aos disparos. Durante a análise do caso, investigadores passaram a desconfiar da documentação da carga. As notas fiscais apresentavam inconsistências, incluindo registros de uma empresa aberta recentemente e diferentes fornecedores para os cinco paletes transportados.

Outro fator que despertou suspeita foi a alegada tentativa de roubo de uma carga de telhas, situação considerada incomum na região. Diante disso, a Polícia Civil decidiu aprofundar a fiscalização do caminhão.

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Embora uma vistoria inicial realizada com apoio de cães farejadores da Polícia Militar não tenha localizado drogas, os investigadores realizaram uma inspeção detalhada entre os paletes e descobriram que a carga de telhas servia apenas como fachada para ocultar mercadorias contrabandeadas oriundas do Paraguai.

O motorista foi detido e será encaminhado à Polícia Federal. Já o caminhão e toda a mercadoria apreendida serão entregues à Receita Federal em Maringá para os procedimentos cabíveis. As investigações continuam para identificar os responsáveis pela carga e seu destino final.

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Criança de 6 anos que morreu em acidente em Juranda foi atingida por caixas de som

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A equipe da Polícia Rodoviária Federal apontou uma série de irregularidades no veículo em que morreu uma criança de seis anos em um acidente ocorrido na noite de domingo, 12, na rodovia BR-369, entre Juranda e Mamborê, na região de Goioerê.

Conforme a PRF, o motorista do veículo Gol que causou o acidente não tem carteira de habilitação (CNH). Além disso, a criança, que estava no banco traseiro, não utilizada o assento de elevação e cinto de segurança, como determina a legislação de trânsito.

De acordo com informações apuradas, a colisão foi provocada pelo motorista de um VW Gol, que arriscou uma ultrapassagem em local proibido. Ele trafegava no sentido contrário quando atingiu frontalmente um GM Ônix. Com a violência do choque, um terceiro automóvel acabou envolvido na sequência e ainda se chocou contra uma carreta que estava parada no acostamento por problemas mecânicos.

CAIXAS DE SOM – O Gol era ocupado pelo condutor — um jovem que não possui CNH —, uma adolescente de 16 anos e a criança, que estava no banco traseiro. O veículo transportava caixas de som de grande porte no porta-malas. Com o impacto, os equipamentos se soltaram e foram arremessados contra a menina, que foi violentamente atingida pelas caixas, podendo ser esta a causa de sua morte.

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Nos demais carros, O Padre Pedro Speri, que já trabalhou em Goioerê e Ubiratã, e uma passageira sofreram ferimentos leves. As vítimas receberam os primeiros socorros de equipes da concessionária que administra o trecho e da Defesa Civil de Ubiratã, sendo posteriormente encaminhadas a hospitais de Campo Mourão. (Com Cidade Destaque).

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