NOTÍCIAS DO PARANÁ
Alexandre Curi lidera em dois dos três cenários em pesquisa para o Senado
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi (Republicanos), comentou nesta terça-feira (7) o resultado da pesquisa divulgada pelo Paraná Pesquisas para a disputa ao Senado Federal. O levantamento coloca o parlamentar na liderança em dois dos três cenários estimulados apresentados aos eleitores, com 30,2% e 31,2% das intenções de voto.
Ao comentar o resultado, Alexandre atribuiu os números ao trabalho realizado junto aos municípios e à gestão na Assembleia Legislativa. “Fico satisfeito em ver meu nome liderando 2 dos 3 cenários simulados. Creio que isso seja resultado do trabalho realizado junto aos municípios e na Assembleia Legislativa, que se tornou mais transparente, eficiente e próxima da população”.
Disputa segue aberta
Alexandre Curi ponderou, no entanto, que a disputa segue aberta e que o processo eleitoral ainda está no início. “Temos muito para avançar ainda. A eleição está distante, e acredito que, com o início da campanha e a apresentação de nossas propostas ao lado do governador Ratinho Junior e de Sandro Alex, esses resultados irão se consolidar”, afirmou.
Além de Alexandre Curi, pesquisa testou nomes como Alvaro Dias (MDB), Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Deltan Dallagnon (Novo), Coronel Hudson (PSD) e Cristina Graelm (PSD).
O levantamento foi contratado pelo diretório estadual do PL e realizado entre 03 e 06 de julho, com 1.500 entrevistas. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-01166/2026 e a margem de erro é de 2,6% e o grau de confiança é de 95%.
PARANA PORTAL Foto/Rogério Machado
NOTÍCIAS DO PARANÁ
Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.
Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.
“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.
PLANO DE TRABALHO
Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.
“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.
Fonte: ALEP
-
REGIONAIS3 dias atrásCAMPINA DA LAGOA – Homem é preso após ser condenado a 17 anos de prisão por estupro de vulnerável
-
QUARTO CENTENÁRIO3 dias atrásCarro é encontrado com marcas de tiros e abandonado em estrada rural de Quarto Centenário
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ3 dias atrásTragédia no Paraná: Acidente com micro-ônibus da Saúde do Paraná deixa 23 mortos
-
NOTÍCIAS DO BRASIL3 dias atrásBancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira
-
ESPORTES3 dias atrásGómez brilha em casa, e Palmeiras elimina Cerro nas oitavas da Libertadores
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ3 dias atrásAudiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher
-
ESPORTES3 dias atrásCom Pedro decisivo, Flamengo bate Cruzeiro e vai às quartas da Libertadores
-
REGIONAIS3 dias atrásTRE-PR cassa mandato de prefeito e vereadora de Moreira Sales por compra de votos



