NOTÍCIAS DO PARANÁ
Previsão de novas tempestades no Paraná
Nova frente fria chega ao Sul e, com ela, chuvas intensas e tempestades. De acordo com informações do Simepar Paraná, na madrugada e durante a manhã deste domingo (20), fortes tempestades ainda devem ocorrer nas áreas centrais e no Norte. A partir da tarde, as instabilidades se deslocam para leste e, gradualmente, a chuva e as tempestades vão cessando nas porções oeste.
As temperaturas devem superar os 20 °C em todo o estado, com elevação mais acentuada entre o Noroeste, Oeste e Sudoeste. Nessas regiões, os termômetros podem ultrapassar ligeiramente os 30 °C. Os acumulados podem se aproximar dos 100 mm na faixa sul e Campos Gerais.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os ventos devem se intensificar depois que um ciclone extratropical passar pela Argentina entre domingo (20) e segunda-feira (21) e chegar ao Oceano Atlântico.
Ainda em relação a toda a região Sul, os meteorologistas não descartam a possibilidade de tempestades e granizo atingirem parcialmente a Região Sul e Mato Grosso do Sul. O instituto emitiu um aviso de perigo, alertando para a possibilidade de chover a partir de hoje (19) de 50 a 100 milímetros (mm), com ventos intensos, queda de granizo, queda de árvores e risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações e alagamentos.
PARANA PORTAL / FOTO DEFESA CIVIL
NOTÍCIAS DO PARANÁ
TSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado
Em decisão liminar, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. A decisão impede o ex-procurador de receber ou utilizar recursos públicos de campanha, fazer propaganda eleitoral no rádio e na televisão e praticar outros atos de campanha até que o recurso contra o registro de sua candidatura seja julgado pelo tribunal.
A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) ter liberado a candidatura de Dallagnol. Para Floriano, há plausibilidade no recurso apresentado por coligações formadas por partidos oposicionistas que questionam a decisão regional. O ministro considerou que o TRE-PR reavaliou os mesmos fatos já analisados pelo TSE em 2023, quando a Corte reconheceu a inelegibilidade de Dallagnol e indeferiu seu registro para deputado federal.
“Instância inferior não reinterpreta decisão de Corte Superior (…) Aceitar tal agir significa, para além de abdicar do dever constitucional de garantir a segurança jurídica, perder a identidade sistêmica e, de arrasto, perder a autoridade judicial“, afirmou o ministro ao enfatizar que não houve qualquer alteração relevante no caso desde a decisão do TSE de 2023 que justificasse o TRE-PR adotar entendimento diferente sobre a inelegibilidade de Dallagnol.
Na decisão anterior, o TSE concluiu que Dallagnol havia antecipado seu pedido de exoneração do Ministério Público Federal, em novembro de 2021, com o objetivo de evitar a incidência da causa de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa. Segundo o tribunal, havia 15 procedimentos administrativos em tramitação contra o então procurador no Conselho Nacional do Ministério Público que poderiam resultar na abertura de processos administrativos disciplinares.
O julgamento de 2023 apontou ainda que Dallagnol já havia recebido duas sanções disciplinares, de advertência e censura, e que pediu exoneração apenas 16 dias depois de um procurador que atuava com ele na Lava Jato ser demitido pelo CNMP. O ministro Floriano Marques afirmou, nesse sentido, que, sem mudança relevante nas circunstâncias ou na legislação, um tribunal regional não pode reinterpretar uma decisão da Corte Superior em sentido contrário.
A decisão ressalta que a Justiça Eleitoral deve examinar as condições de elegibilidade a cada eleição. O minsitro, porém, diferencia essa análise da possibilidade de um tribunal de primeira instância eleitoral afastar uma conclusão já estabelecida pelo TSE sobre fatos que não sofreram alteração.
O ministro também considerou que havia risco de dano ao processo eleitoral caso a candidatura permanecesse ativa enquanto a questão estivesse pendente de julgamento. Segundo ele, Dallagnol poderia continuar recebendo recursos públicos e participando de propaganda e debates e, eventualmente, ser eleito para o Senado. Nesse cenário, uma posterior decisão pelo indeferimento da candidatura poderia provocar a anulação dos votos e a necessidade de realização de uma nova eleição.
Diz o ministro: “Diferentemente do que ocorreria numa eleição majoritária para governador, prefeito ou Presidente da República, quando se o candidato sub judice, se ao final tiver sua candidatura indeferida os votos são anulados e a depender da cotação o pleito é renovado, no caso de candidaturas ao Senado com duas vagas o efeito da candidatura inviável distorce de forma irreversível o resultado. Isso porque o eleitor é livre para combinar suas escolhas, de modo que um candidato inelegível pode mudar, com os votos a ele dedicados, de forma irreversível o resultado da eleição, pois seus eleitores terão sido impedidos de fazer outra combinação de voto a seu critério””, diz o ministro”.
FONTE PARANÁ PORTAL
-
NOTÍCIAS DO BRASIL17 minutos atrásVotar nas eleições poderá valer como Prova de Vida para beneficiários do INSS
-
REGIONAIS23 minutos atrásPolícia investiga identidade e circunstâncias da morte de homem encontrado carbonizado em Goioerê
-
NOTÍCIAS DO BRASIL20 minutos atrásRegra eleitoral restringe prisão de candidatos até 6 de outubro
-
REGIONAIS7 dias atrásAcidente na rodovia PR-323 deixa sete feridos após colisão envolvendo três veículos
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ14 minutos atrásPrimavera começa nesta semana com previsão de aumento das chuvas e temperaturas elevadas
-
NOTÍCIAS DO PARANÁ8 minutos atrásTSE suspende campanha de Deltan Dallagnol ao Senado
-
QUARTO CENTENÁRIO7 dias atrásSemana começa com temperaturas amenas e previsão de chuva em Quarto Centenário
-
REGIONAIS3 dias atrásTribunal de Justiça abre processo seletivo para estágio de pós-graduação em Direito em Goioerê


