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Athletico é batido pelo Corinthians e sofre a quarta derrota seguida na Série A

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Athletico foi derrotado por 1 a 0 pelo Corinthians neste domingo (22), pela 17ª rodada do Brasileirão 2021. A quarta derrota seguida do Furacão, pior sequência do clube no torneio, foi definida com gol do meio campista Roni, aos 10 minutos do segundo tempo. O duelo foi realizado na Arena da Baixada, em Curitiba, e ainda teve a expulsão de Thiago Heleno no fim do jogo.

A atuação rubro-negra foi abaixo em relação à classificação na Sul-Americana. O primeiro tempo foi pouco movimentado, sendo que os visitantes acertaram a trave na melhor chance. Adson cruzou fechado e Santos desviou antes da bola bater no travessão.

No início da etapa final, foi o Athletico quem chegou com perigo. Com cinco minutos no cronômetro, Nikão cruzou e Christian testou firme para acertar o poste. No entanto, o Timão chegou às redes quatro minutos depois. Fábio Santos recebeu na linha de fundo e cruzou para a área. Sem marcação, Roni mergulhou bem e cabeceou para marcar o gol do jogo.

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O técnico António Oliveira fez mudanças na equipe e o Athletico melhorou. Carlos Eduardo finalizou por cima e Léo Cittadini, cara a cara com Cássio, acertou o rosto do goleiro. Jaderson arriscou pela linha de fundo e Zé Ivaldo completou fraco, nas mãos do goleiro.

No fim, com auxílio do VAR, o zagueiro Thiago Heleno recebeu o cartão vermelho direto por excesso de força em disputa contra Adson.

TABELA E PRÓXIMOS JOGOS: FOCO RUBRO-NEGRO NA COPA DO BRASIL

O Athletico se prepara para o primeiro jogo contra o Santos, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O duelo está marcado para essa próxima quarta-feira (25), às 19h, na Arena da Baixada.

Pelo Brasileirão, as duas equipes voltam a campo no sábado (28), às 21h. O Athletico visita o Palmeiras no Allianz Parque enquanto o Corinthians pega o Grêmio em Porto Alegre.

O Furacão aparece na nona posição, com 23 pontos, enquanto o Timão, com um ponto a mais, aparece provisoriamente na sexta colocação.

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ATHLETICO 0 x 1 CORINTHIANS

17ª rodada do Brasileirão 2021

Data, horário e local: domingo (22/08/2021), às 11h, no Allianz Parque, em São Paulo.

Gol: Roni, aos nove minutos do segundo tempo.

Cartões amarelos: Carlos Eduardo (CAP).

Cartão vermelho: Thiago Heleno (CAP).

Athletico: Santos; Marcinho, Pedro Henrique (Zé Ivaldo), Thiago Heleno e Abner; Erick, Christian (Léo Cittadini) e Terans (Jader); Nikão, Carlos Eduardo (Jaderson) e Bissoli (Renato Kayser). Técnico: António Oliveira.

Corinthians: Cássio; Fagner (Du Queiroz), João Victor, Gil e Fábio Santos; Gabriel, Roni (Renato Augusto) e Giuliano (Xavier); Adson, Gustavo Mosquito (Mateus Vital) e Jô (Luan)Técnico: Sylvinho.

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio será auxiliado por pelos assistentes Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires. O responsável pelo VAR será Igor Benevenuto

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Com invencibilidade recorde, Espanha vai à final da Copa após 16 anos

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A Espanha fez jus ao retrospecto positivo nos últimos confrontos decisivos contra a França e levou a melhor de novo. Nesta terça-feira (14), a Fúria (apelido da seleção espanhola) venceu o clássico por 2 a 0 em Dallas (Estados Unidos) e se classificou para a final da Copa do Mundo pela segunda vez na história.

Foram 16 anos de espera. Desde o título em 2010, na África do Sul, os espanhóis acumularam fracassos nos três Mundiais seguintes, com a queda na fase de grupos em 2014 (Brasil) e duas eliminações nas oitavas de final em 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).

Além da vaga à decisão, a Espanha registou a maior sequência invicta de uma seleção na história, de forma isolada. São 38 partidas sem perder desde 15 de junho de 2023, quando derrotou a Itália por 2 a 1 pela Liga das Nações – torneio de países europeus que ocorre a cada duas temporadas. Os espanhóis dividiam o recorde de invencibilidade com os próprios italianos (2018 a 2021).

Esta foi a quarta vez seguida que a Espanha deixou a França para trás em um duelo eliminatório. Em 2024, a Fúria levou a melhor na semifinal da Eurocopa (2a1) e na decisão olímpica de Paris, capital francesa (5 a 3). Já no ano passado, o triunfo (5 a 4) foi pela semi da Liga das Nações.

Em uma seleção de nomes badalados, como o volante Rodri, eleito o Bola de Ouro da temporada 2023/2024; e a jovem estrela Lamine Yamal, que fez 19 anos na última segunda-feira (13), o discreto Mikel Oyarzabal brilhou de novo. Acostumado a marcar gols decisivos, como nas finais da Eurocopa de 2024 e da Liga das Nações de 2025 ou na conquista da última Copa do Rei da Espanha pela Real Sociedad, o atacante encaminhou o resultado em Dallas, abrindo o placar e balançando as redes pela quinta vez neste Mundial.

A Espanha espera o ganhador da outra semifinal, entre Argentina e Inglaterra, que se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h (horário de Brasília), em Atlanta. A final será no domingo (19), no mesmo horário, em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

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Os Bleus (apelido da seleção francesa), por sua vez, perdem a chance de igualar um feito que somente Brasil (1994 a 2002) e Alemanha (1982 a 1990) alcançaram: disputar três finais de Copa seguidas. Além disso, o atacante Kylian Mbappé poderia repetir o ex-lateral brasileiro Cafu, que segue como único homem a participar de três decisões de Mundial.

À França, resta a disputa do terceiro lugar, contra o perdedor do confronto entre argentinos e ingleses. O duelo será às 18h, em Miami (Estados Unidos).

EFICIÊNCIA “FURIOSA”

Na Espanha, Luis de la Fuente mandou a campo a mesma escalação que venceu a Bélgica por 2 a 1 nas quartas de final. Do lado francês, Didier Deschamps fez duas mudanças em relação à vitória por 2 a 0 sobre Marrocos, repetindo a escalação do 3 a 0 aplicado na Suécia, nos 16 avos de final. No meio, Aurélien Tchouaméni se recuperou de uma lesão no adutor da coxa direita e retornou ao time no lugar de Manu Koné. À frente, Bradley Barcola assumiu a vaga de Desiré Doué.

As equipes não abdicaram dos respectivos estilo de jogo. A Espanha fazia a bola girar em busca de espaços e pressionava a saída de jogo e a França buscava impor intensidade e velocidade em seus avanços. A sensação, tamanho o equilíbrio, era que a rede balançaria somente se algum dos lados errasse.

Foi justamente o que ocorreu. Aos 20 minutos, o lateral Lucas Digne tentou cortar um cruzamento da esquerda, mas a bola subiu demais e deu tempo para Lamine Yamal tomar a frente do francês, que o atingiu na coxa, dentro da área. Coube a Oyarzabal cobrar a meia altura, no canto esquerdo, abrindo o placar.

Aos 28, para deixar a missão francesa mais complexa, William Saliba, um dos principais zagueiros da última temporada europeia, sentiu as costas e teve de sair de campo. Ele deu lugar a Maxence Lacroix.

A Espanha conseguia neutralizar o meio-campo francês, dificultando a movimentação de Adrien Rabiot e, principalmente, Michael Olise, o líder de assistências – cinco – do Mundial, obrigando os atacantes Ousmané Dembélé e Mbappé a atuarem longe da área. De quebra, a Fúria se armou de forma a estar pronta para qualquer erro de passe ou domínio dos adversários.

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Aos 37 minutos, o goleiro Mike Maignan saiu jogando errado e a bola sobrou na intermediária com Rodri. O volante acionou Yamal, que tabelou com o meia Dani Olmo, entrou na área pela direita e rolou para dentro, buscando Oyazarabal. Na hora certa, o zagueiro Dayot Upamecano travou o chute do atacante, que estava de frente para o gol.

XEQUE-MATE ESPANHOL

A França voltou do intervalo com Koné na vaga de Rabiot – que já tinha cartão amarelo – e Doué no lugar de Barcola. A ideia de Deschamps era aproveitar a habilidade do atacante para desarrumar a marcação da Espanha.

Não deu certo. A Fúria manteve o controle do duelo e chegou ao segundo gol aos 12 minutos. Na sequência da tabela com Dani Olmo, o lateral Pedro Porro escapou da marcação, entrou na área francesa pela direita e chutou na saída de Maignan.

E o 3 a 0 poderia ter saído três minutos depois, não fosse um impedimento milimétrico de Yamal. Ele recebeu na direita, superou Digne e finalizou no canto direito. A jogada foi invalidada porque o atacante estava um ombro a frente do lateral francês na origem do lançamento.

Somente aos 21 minutos da segunda etapa veio o primeiro lance de perigo da França: uma batida cruzada de Mbappé, que invadiu a área pela direita e finalizou. A bola desviou na marcação e saiu rente à trave de Unai Simon.

A França, desconfortável com a desvantagem inédita nesta Copa e a eliminação que se encaminhava, lançou-se como pôde ao ataque, mas praticamente não deu trabalho ao goleiro espanhol. Aos cantos de “olé” das arquibancadas em Dallas, a Fúria segurou o resultado e festejou a vaga em mais uma final.

Agência Brasil

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