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Corinthians vira sobre Bahia em retorno do público a Neo Química Arena

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O Corinthians venceu o Bahia de virada por 3 a 1 na noite desta terça-feira (5) e entrou no G-4 do Campeonato Brasileiro.

Roger Guedes (em cobrança de pênalti), Cantillo e Jô marcaram os gols da vitória do Corinthians na Neo Química Arena, em São Paulo, que contou com a presença de público pela primeira vez desde o início da pandemia.

Ao todo, 10.624 torcedores estiveram presentes na Neo Química Arena.

A vitória deixou o Corinthians com 37 pontos e momentaneamente na quarta posição. Mas Fortaleza (36 pontos) e Red Bull Bragantino (34 pontos) ainda jogam nesta rodada.

Já o Bahia irá terminar mais uma rodada na zona de rebaixamento, com 23 pontos ganhos em 23 jogos, um ponto abaixo do 16º colocado Santos – que também joga ainda neste meio de semana.

As duas equipes voltam a campo pelo Campeonato Brasileiro neste sábado (9). O Corinthians viaja para enfrentar o Sport, às 16h30, enquanto o Bahia segue na estrada para medir forçar contra o Athletico, às 19h.

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CORINTHIANS APROVEITA ‘MÃO BOBA’ DO BAHIA PARA REAÇÃO

A primeira chance de perigo da partida foi criada pelo Corinthians aos 12 minutos. Roger Guedes recebeu na esquerda, puxou para o meio, mas finalizou fraco para Mateus Claus defender.

Mas aos 28 minutos, Lucas Piton puxou Gilberto na área e após revisão no VAR, o árbitro Denis da Silva Ribeiro Serafim assinalou penalidade para o Bahia.

O próprio Gilberto foi para a cobrança e bateu com categoria no canto direito para abrir o placar.

Só que aos 44 minutos, Giuliano tentou dar um passe na área e a bola explodiu no braço aberto de Lucas Araújo. Pênalti para o Corinthians, sendo que o volante já tinha cartão amarelo, recebeu a segunda advertência e foi expulso de campo.

Roger Guedes foi para a cobrança e bateu firme no canto direito, sem chances para Mateus Claus.

A virada do Corinthians chegou logo aos seis minutos do segundo tempo. Fagner bateu falta lateral da direita e Cantillo resvalou de cabeça, com a bola entrando no canto esquerdo.

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Mateus Claus fez boa intervenção aos 13 minutos. Giuliano tabelou com Roger Guedes e finalizou rasteiro para o goleiro defender, com Gabriel Pereira isolando o rebote.

Jô fechou o placar aos 23 minutos. Gabriel Pereira chutou cruzado, Mateus Claus defendeu e o centroavante pegou o rebote de primeira. A bola ainda tocou no travessão antes de entrar no gol.

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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