ESPORTES
Coritiba perde do Corinthians e segue na lanterna do Campeonato Brasileiro
O Coritiba foi derrotado por 3 a 1 pelo Corinthians na noite desta quarta-feira (19) e segue sem vitórias e na lanterna do Campeonato Brasileiro.
O duelo foi realizado na Arena Corinthians, em São Paulo, sem a presença de público devido a pandemia da Covid-19.
A vitória deixou o Corinthians com quatro pontos conquistados em quatro rodadas, enquanto o Coritiba segue zerado e com apenas um gol marcado na competição.
Na quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o Coritiba viaja para Bragança Paulista enfrentar o Red Bull Bragantino, neste domingo, às 16h;
Já o Corinthians vai atuar apenas na próxima quarta-feira (26), recebendo o Fortaleza na Arena Corinthians, às 21h30.
CORITIBA SOFRE COM EXPULSÃO PRECOCE E FALHA DE WILSON

O Coritiba conseguiu criar boa chance logo no primeiro minuto da partida. Sassá recebeu na intermediária e da entrada da área finalizou firme por cima da meta.
O Corinthians respondeu no minuto seguinte. Léo Natel recebeu na esquerda, cortou para o centro e finalizou firme para Wilson fazer boa defesa.
Nova chance do Corinthians aos 14 minutos. Jô fez o pivô e serviu Araos no canto da área. O meia bateu cruzado, mas Wilson espalmou a bola rasteira para o lado.
Mas o jogo começou a complicar para o Coritiba aos 15 minutos. Após falta de Araos em Yan Sasse, o atacante do Coritiba acertou cotovelada no queixo do chileno e foi expulso de forma direta.
O árbitro Bráulio da Silva Machado apontou um pênalti polêmico para o Corinthians aos 25 minutos. Após cruzamento da direita, Patrick Silva e Léo Natel se embolaram na área e o juiz viu penalidade.
Jô pediu a bola e bateu firme no canto esquerdo, mas Wilson voou na bola e fez bela defesa. Só que o VAR apontou que o goleiro não estava com um dos pés na linha e mandou a cobrança voltar.
O centroavante novamente foi para a cobrança e dessa vez bateu no meio do gol e Wilson novamente espalmou, dessa vez sem contestação da arbitragem.
Com um a mais em campo, o Corinthians dominou as ações e quase abriu o placar aos 33 minutos. Após cruzamento de Léo Natel, Ramiro pegou de primeira e a bola passou perto do poste esquerdo.
Léo Natel abriu o placar aos 37 minutos. O atacante arriscou de meia distância, a bola desviou em Róbson e matou Wilson na jogada.
Só que o Coritiba conseguiu empatar o jogo aos 42 minutos. William Matheus avançou e cruzou da esquerda, a bola passou pelo meio da área e chegou em Sassá no segundo poste. O centroavante bateu cruzado para vencer Cássio e balançar as redes.
O Corinthians voltou para pressionar no segundo tempo e quase abriu o placar no primeiro minuto. Após cruzamento de Éderson, Léo Natal bateu rasteiro e a bola passou perto do poste direito.
Mas aos três minutos, Jô se redimiu e conseguiu colocar o Corinthians na frente do placar. Araos cruzou da esquerda e o centroavante escorou de raspão, a bola quicou no chão e Wilson aceitou.
Sidcley quase ampliou o placar aos cinco minutos. Jô levantou a bola e Sidcley cabeceou firme. A bola passou por Wilson, mas Rhodolfo tirou de cima da linha.
Rhodolfo salvou mais uma vez o Coritiba aos 11 minutos. Fágner cruzou da direita, a bola desvia em William Matheus e Wilson quase empurrou para dentro do gol. Mas o zagueiro tirou a bola em cima da linha.
Jô teve nova chance para balançar as redes aos 14 minutos. Araos abriu a jogada para Fágner que finalizou firme para Wilson espalmar. Na pequena área, o centroavante pegou de primeira, mas mandou para fora.
Wilson fez outra boa defesa aos 21 minutos. Araos lançou Jô na área e o centroavante finalizou firme para o goleiro espalmar.
O duelo entre Jô e Wilson seguiu aos 38 minutos. Fágner cobrou escanteio, Éderson desviou e Jô escorou firme para Wilson fazer bela defesa.
Ainda deu tempo do Corinthians marcar o terceiro gol. Lucas Piton avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Mosquito empurrar para as redes em sua volta a equipe de Parque São Jorge.
ESPORTES
Brasil vence Egito mas não convence
A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.
A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.
Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.
Como foi a partida
A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.
Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.
O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.
O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.
A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.
A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.
No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.
Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.
Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.
Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.
Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.
Ficha técnica
Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)
Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores
Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).
Cartão amarelo: Marquinhos e Hany
Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)
BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti
EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.
Foto CBF/ PARANA PORTAL
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