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Palmeiras leva virada e perde chance de encurtar distância para o líder

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Numa noite em que os rivais direto na briga pelas primeiras posições do Campeonato Brasileiro vacilaram, o Palmeiras perdeu de virada para o América-MG nesta quarta-feira (6), por 2 a 1, e desperdiçou a chance de reduzir a diferença para o Atlético-MG.

Pouco antes de a bolar rolar na Arena Independência, o líder do Nacional havia empatado com o lanterna do torneio, a Chapecoense, por 2 a 2, fora de casa. Na sequência, foi a vez de o Flamengo também ceder um empate ao Red Bull Bragantino, 1 a 1, em Bragança.

Com os resultados desta noite, a equipe atleticana tem agora 11 pontos de vantagem para o segundo colocado, que passou a ser o Flamengo (50 a 39). O time rubro-negro ainda tem dois jogos a menos em relação aos adversários. A equipe de Abel Ferreira, por sua vez, caiu para terceiro, com os mesmos 39 pontos, porém os cariocas têm vantagem no saldo de gols (20 a 7).

Foi o terceiro jogo seguido sem vitória do Palmeiras na competição e mais uma vez com a defesa sendo vazada, setor que tem sido bastante criticado, até mesmo pelo treinador português. Antes do duelo com o América, o time havia empatado com o Juventude (1 a 1) e perdido para o Corinthians (2 a 1). A última vez que saiu de campo com a vitória foi diante da Chapecoense (2 a 0).

Mesmo com vários desfalques no setor defensivo, a equipe paulista adotou uma postura recuada e tentou explorar os contra-ataques. A tática deu certo até os 27 minutos da etapa final, quando Patric marcou o gol de empate dos donos da casa.

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Nos últimos oito jogos pelo Brasileiro, apenas em um (vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense) o Palmeiras não sofreu gols. Nesta quarta, o setor defensivo ainda atuou desfalcado, com jogadores convocados para as seleções –Weverton (Brasil), Piquerez (Uruguai) e Gustavo Gómez (Paraguai)– e outros machucados, como Marcos Rocha e Mayke.

No primeiro tempo, Rony havia aberto o marcador, aos 29 minutos. Já depois do intervalo, ainda teve um gol de Dudu anulado por impedimento. Aos 15, o América ainda desperdiçou um pênalti, quando Felipe Azevedo acertou o travessão.

Depois que os mineiros igualaram, aos 27, ganharam confiança e tiveram ao menos duas chances de virar o jogo, o que seria um prejuízo ainda maior para os palmeirenses. E o castigo veio aos 47, quando Ademir marcou em novo pênalti o gol da vitória do América.

AMÉRICA-MG
Matheus Cavichioli; Patric, Ricardo Silva, Eduardo Bauermann e Marlon (Alan Rischel); Lucas Kal (Rodolfo), Alê, Juninho e Ademir; Zárate (Felipe Azevedo) e Fabrício (Ribamar). T.: Vagner Mancini

PALMEIRAS
Jaílson; Renan, Luan e Kuscevic; Gabriel Menino, Felipe Melo, Patrick de Paula (Danilo Barbosa), Raphael Veiga (Scarpa) e Jorge (Wesley); Dudu (Gabriel Veron) e Rony (Deyverson). T.: Abel Ferreira

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Estádio: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Jorge Eduardo Bernardi e José Eduardo Calza (RS)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Bauermann (AME); Gabriel Menino e Jorge (PAL)
Gol: Rony (PAL), aos 29’/1ºT (PAL); Patric (AME), aos 27′, e Ademir (AME), aos 47’/2ºT

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Noruega vence Costa do Marfim e vai pegar o Brasil

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A Noruega será adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta terça-feira (30), a seleção escandinava superou a Costa do Marfim por 2 a 1 em Dallas, e terá pela frente a equipe brasileira no domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.

A estrela de Erling Haaland brilhou. Bem marcado ao longo do jogo, o atacante mostrou que precisa de poucas chances para ser letal. O camisa 9 balançou as redes pela quinta vez na Copa, a um de se igualar o craque argentino Lionel Messi, artilheiro da competição. Pai do astro norueguês, o ex-lateral Alf-Inge Haaland estava no estádio e se emocionou.

O Brasil terá pela frente a única seleção que nunca derrotou na história. Em quatro jogos, são dois empates e dois triunfos noruegueses. O último foi justamente em uma Copa do Mundo. Em 1998, na França, os escandinavos ganharam por 2 a 1, de virada, pela fase de grupos.

EFICIÊNCIA ESCANDINAVA

Apesar de controlar o jogo durante a maior parte do primeiro tempo, a Costa do Marfim pecou na conclusão das jogadas. Foram duas chances claras desperdiçadas.

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Aos 20 minutos, o lateral Ghislain Konan invadiu a área na esquerda, driblou o zagueiro Marcus Pedersen e chutou rasteiro, rente à trave direita, pelo lado de fora da rede. Sete minutos depois, Yan Diomandé cruzou pela esquerda, o também atacante Nicolas Pépé escapou do lateral David Wolfe e finalizou na pequena área, mas pegou muito mal.

Quando conseguiu se desvencilhar da pressão marfinense, a Noruega saiu na frente. Aos 38 minutos, o meia Martin Odegaard abriu para Antonio Nusa pela esquerda. O atacante entrou na área, levou para a perna direita e acertou o ângulo do goleiro Yahia Fofana, que nada pôde fazer.

O BRILHO DO ARTILHEIRO

A etapa final foi ainda mais movimentada, com os Elefantes se lançando ao ataque. Aos nove minutos, o lateral Guéla Doué dominou a bola na entrada da área pela direita e chutou forte. A bola explodiu no zagueiro Torbjørn Heggem. Na sobra, na cara do gol, Pépé bateu e o goleiro Orjan Nyland fez uma bela defesa.

A Noruega, tentando administrar a vantagem, saía apenas em contra-ataques. Em um deles, aos 20 minutos, Odegaard colocou na área, o atacante Alexander Sorloth desviou de cabeça e Heggem chegou finalizando, livre, mas o ponta Amad Diallo salvou em cima da linha.

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O próprio Diallo foi quem deixou tudo igual. Aos 28 minutos, o atacante tabelou com Pépé pela direita, driblou Wolfe, deixou o meia Sander Berge no chão e mandou para as redes, marcando um golaço.

A Costa do Marfim, então, foi quem recuou, dando campo para a Noruega atacar, tentando aproveitar a velocidade dos homens de frente às costas da marcação. A estratégia não funcionou. Aos 40 minutos, Oscar Bobb lançou em profundidade o também meia Patrick Berg, que, na área, tocou na esquerda para Haaland decidir a classificação escandinava.

Agência Brasil

Créditos: Rafael Ribeiro/CBF
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