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Auxílio de R$ 300 começa a ser pago dia 17, mas nem todos vão receber as 4 parcelas

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A nova parcela de R$ 300 do auxílio emergencial – R$ 600 para mães que chefiam a família – começará a ser paga no dia 17 de setembro e os beneficiários do Bolsa Família serão os primeiros contemplados com os pagamentos.

Vale lembrar que a ordem de recebimento segue o critério do final do Número de Identificação Social (NIS) e começa pelo último digito do cartão.

Porém, nem todos vão receber as quatro parcelas de R$ 300. A totalidade do benefício só será depositada para quem começou a receber em abril. Os demais beneficiários terão direito a menos parcelas.

De acordo com reportagem do UOL, o Ministério da Cidadania, responsável pelo auxílio, afirmou que o número de parcelas de R$ 300 (ou R$ 600 para mulheres chefe de família) depende de quando a pessoa começou a receber o auxílio.

“Quem começou a receber o auxílio emergencial em abril terá direito às quatro parcelas. Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito a apenas uma parcela do novo benefício, que será paga no mês de dezembro”, afirmou o ministério.

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Há diversas razões para o trabalhador só ter começado a receber o auxílio depois de abril. A resposta do governo pode ter demorado, ele pode ter feito o pedido mais tarde —o cadastro ficou aberto até 2 de julho—, ter recebido somente após contestar uma negativa ou, ainda, ter conseguido o auxílio apenas após entrar com uma ação judicial.

A justificativa do governo para limitar os benefícios é que a medida provisória que prorrogou o auxílio diz que todos os pagamentos precisam ser feitos até 31 de dezembro deste ano. Isso porque o auxílio criou gastos extraordinários que só foram autorizados pelo Congresso em função do estado de calamidade, decretado por causa da pandemia do novo coronavírus. O estado de calamidade só vai até o final do ano.

Calendário

O calendário das quatro parcelas extras ainda não foi divulgado pela Caixa (exceto para quem faz parte do Bolsa Família que começa a receber dia 17). Por isso, ainda há dúvidas sobre como o governo fará para pagar a prorrogação até o final do ano sem sobrepor calendários.

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Do UOL

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Votar nas eleições poderá valer como Prova de Vida para beneficiários do INSS

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que participarem das eleições de outubro poderão ter a Prova de Vida registrada automaticamente neste ano.

A medida prevê o cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com os dados mantidos pelo INSS. Dessa forma, o comparecimento às urnas poderá ser utilizado como uma das formas de comprovação de que o beneficiário está vivo, sem a necessidade de realizar um procedimento específico para essa finalidade.

A Prova de Vida é uma verificação realizada pelo INSS para confirmar que o beneficiário continua vivo e, assim, garantir a continuidade do pagamento do benefício previdenciário ou assistencial.

Segundo o Ministério da Previdência Social, a iniciativa busca facilitar o procedimento para aposentados e pensionistas. O ministro Wolney Queiroz explicou que os dados do comparecimento eleitoral são encaminhados ao INSS e podem ser utilizados no processo de comprovação.

Desde 2019, o comparecimento presencial deixou de ser a regra para a Prova de Vida. O próprio INSS passou a buscar, em diferentes bases de dados, informações que permitam confirmar a situação dos beneficiários.

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Assim, para quem recebe benefício do INSS, a participação nas eleições deste ano poderá também contribuir para a atualização automática da Prova de Vida.

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