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Bolsonaro desiste de impechment contra ministro Barroso, do STF
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não deverá apresentar o pedido de impeachment contra o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal). A informação é da colunista Carla Araújo, do UOL.
Conforme a publicação, vários atores agiram para que Bolsonaro desistisse da ideia, apesar de que o “recuo pode ser temporário”. Um deles foi o ministro Ciro Nogueira, da Casa Civil, que afirmou ao presidente do STF, ministro Luiz Fux, que estava trabalhando com esse objetivo.
Mesmo com todo esse cenário, as batalhas entre os Poderes Executivo e Judiciário não vão cessar. Isso porque o principal alvo de Bolsonaro é o ministro Alexandre de Moraes.
ENTENDA POR QUE BOLSONARO MIRA MORAES

O presidente Jair Bolsonaro pode diminuir a carga dos ataques contra o ministro Roberto Barroso, mas não poupará energia contra o ministro Alexandre de Moraes, que já teve pedido de impeachment apresentado na semana passada.
O ministro comanda algumas investigações que correm no STF contra o presidente, como se o presidente vazou o inquérito sigiloso da Polícia Federal. Moraes também comanda o inquérito que apura ataques contra os ministros, no qual foi indexado uma live de Bolsonaro nas redes sociais.
Aliados do presidente também estão em processos relacionados a ele, como a atuação de milícias digitais que atacam a democracia. Além disso tudo, Alexandre de Moraes será o próximo presidente do TSE.
Vale lembrar que o STF deve decidir, em setembro, se Jair Bolsonaro prestará depoimento sobre o caso em que é suspeito de interferir indevidamente nas atividades da PF.
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Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira
Bancários de todo o país farão uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20), em meio às negociações da campanha salarial de 2026. A categoria cobra reajuste dos salários e benefícios, aumento do piso e mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR).

A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas na segunda-feira (17) e confirmada pelo Comando Nacional dos Bancários. A orientação para os correntistas é resolver os problemas por meio dos aplicativos e do internet banking das instituições financeiras.
Entre os pedidos apresentados pelos trabalhadores estão: 5% de aumento real (acima da inflação) nos salários e demais verbas; aumento do piso salarial da categoria; reajuste dos valores do vale-refeição (VR); aumento do vale-alimentação (VA); e valorização da participação nos lucros e resultados (PLR).
Segundo o Comando Nacional dos Bancários, a categoria aguarda uma proposta dos bancos para as reivindicações apresentadas na campanha salarial.
ADESÃO À PARALISAÇÃO
A paralisação de 24 horas não significa necessariamente o fechamento automático de todas as agências e unidades bancárias.
A adesão dependerá da participação dos trabalhadores e das atividades organizadas pelos sindicatos em cada região.
Os bancários que trabalham em regime de home office foram orientados a não acessar os sistemas dos bancos nem registrar o ponto durante o período de paralisação.
NEGOCIAÇÕES
A pauta de reivindicações da categoria foi entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em 24 de junho. As negociações tiveram início em 2 de julho.
O Comando Nacional dos Bancários afirma que, até o momento, não foi apresentada uma proposta para as reivindicações econômicas da campanha de 2026.
No entanto, a Fenaban e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informaram que receberam a pauta em 24 de junho e que o calendário de negociações segue dentro do cronograma estabelecido.
A paralisação ocorre às vésperas da data-base da categoria e representa uma nova etapa da mobilização dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano.
Agência Brasil



