NOTÍCIAS DO BRASIL

Helicóptero do Corpo de Bombeiros cai no Distrito Federal

Publicados

em

Um helicóptero do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) sofreu um acidente hoje (30), na região de Vicente Pires, a 22 quilômetros do centro de Brasília. Segundo informações da corporação, havia cinco pessoas a bordo mas não houve feridos graves ou mortes.

A aeronave seguia para o resgate de uma vítima que sofria parada respiratória. Durante o pouso, no estacionamento de uma faculdade próxima ao chamado, uma das pás do helicóptero bateu no prédio, causando o acidente. A tripulação era formada de dois pilotos, um médico, um enfermeiro e um operador aeronáutico.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, todos os tripulantes estão fora de perigo. mas foram encaminhados a um hospital para mais exames. O local onde ocorreu o acidente foi isolado pelo Corpo de Bombeiros.

A corporação informou, por meio de nota, que abriu um procedimento de apuração para entender as causas do acidente.

Agência Brasil

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  RIO DE JANEIRO - Tiroteio interrompe live de show de pagode, veja o vídeo
Propaganda

NOTÍCIAS DO BRASIL

Vacina contra covid do Butantan pode estar pronta em outubro

Publicados

em

Por

A corrida pelas vacinas. O diretor do Instituto Butantan, em São Paulo, admitiu a possibilidade de a vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com laboratório chinês, estar pronta e registrada em outubro. E garantiu que o processo de produção já está em andamento.

“Poderemos ter [a vacina] a partir agora de outubro. O processo de preparo para a formulação e o envase já se iniciou. Todos os processos de controle de qualidade e validação já se iniciaram, disse Dimas Covas.

As primeiras 15 milhões de doses chegam ainda este ano, segundo Covas.

“Eu tenho enfatizado que a vacina estará disponível aqui no Butantan já em outubro. Em outubro receberemos 5 milhões de doses, em novembro mais 5 milhões de doses e em dezembro, mais 5 milhões de doses. Essas doses já estão sendo produzidas lá na China e, portanto, no final deste ano teremos 15 milhões de doses disponíveis”, disse Dimas Covas em entrevista à GloboNews na manhã desta quarta-feira (12).

Segurança e eficácia

Um estudo publicado nesta segunda-feira (10) aponta que vacina chinesa CoronaVac para a Covid-19 mostrou segurança e boa resposta imune em 600 voluntários durante a fase 2 de testes (leia abaixo as fases de produção).

O estudo foi publicado como uma pré-impressão, ainda sem divulgação em revistas científicas e sem revisão por outros cientistas.

Leia Também:  Prova de vida de aposentados e pensionistas é suspensa até setembro

Os participantes eram adultos saudáveis de 18 a 59 anos e foram escolhidos aleatoriamente para receber duas doses da vacina experimental: dupla aplicação de 3 microgramas cada, ou outra de 5 microgramas. Uma parte do grupo também recebeu o placebo. Os pacientes não sabiam que tipo de vacina estavam recebendo.

De acordo com os pesquisadores chineses, a CoronaVac não apresentou “nenhuma preocupação com relação à segurança”. A maioria das reações foram leves, sendo que a mais comum foi a dor no local da injeção. Nenhuma reação adversa mais grave foi relatada durante a fase 2, que ocorreu apenas com voluntários chineses.

“A gente tem que lembrar que o nosso telefone Apple é feito na China e são feitos inúmeros outros produtos industriais, inclusive as grandes farmacêuticas todas têm grandes laboratórios e grandes investimentos na China”, disse Covas.

“A China é um país que tem um investimento muito pujante hoje em ciência. É uma ciência que se ombreia com qualquer outro país do mundo e muitas vezes em termos de volume até superior. Não há motivos para descaracterizar ou desconsiderar uma vacina pelo fato dela ter sido desenvolvida inicialmente na China”, afirmou o diretor.

Registro

Leia Também:  RIO DE JANEIRO - Tiroteio interrompe live de show de pagode, veja o vídeo

Sobre a aprovação e registro da vacina chinesa, Covas se mostrou otimista.

“Sou muito otimista. Acho que um prazo razoável seria janeiro de 2021 dado o desempenho até o presente momento”, afirmou Covas.

Para conceder o registro, a Anvisa precisa saber, por exemplo, se a vacina é segura, por quanto tempo tem eficácia e se será necessária dose de reforço.

A comprovação da eficácia e a segurança são imprescindíveis nesse processo, disse o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.

Em junho, o Butantan anunciou a parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, que engloba a realização do estudo com cerca de 9.000 voluntários e a transferência de tecnologia para produção do imunizante pelo Instituto.

A aplicação das doses nos voluntários teve início em julho.

No total, a pesquisa será realizada em cinco estados – São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro – e no Distrito Federal.

Outras vacinas

A vacina da China é mais uma opção. Também está em testes no Brasil o imunizante de Oxford, outra grande esperança, que pode sair em dezembro.

O governo do Paraná anunciou parceria para produzir uma terceira vacina, a da Rússia, que foi registrada esta semana como o primeiro imunizante do mundo.

Do Só Notícia Boa

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

QUARTO CENTENÁRIO

PARANÁ

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA