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Liga das Escolas de Samba do Rio adia desfile de 2021 devido à pandemia e ainda busca data
A Liga Independente das Escola de Samba (Liesa) decidiu adiar os desfiles das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro na Marquês de Sapucaí do ano que vem por conta da pandemia de Covid-19.
O Carnaval de 2021 está marcado para o mês de fevereiro, mas como até lá não há perspectiva de vacina ou remédio em larga contra o coronavírus, a decisão foi pelo adiamento da festa, em reunião realizada na noite desta quinta-feira.
As escolas ainda não definiram em que data o desfile poderá ocorrer no ano que vem. A definição dependerá da descoberta e disponibilidade de vacina ou remédio para a população. O cancelamento da festa não foi descartado.
A cidade de São Paulo já havia anunciado a postergação dos desfiles para uma data indefinida em função da pandemia.
A doença provocou uma paralisia na produção do Carnaval do ano que vem e barracões e quadras estão praticamente parados.
Algumas escolas sequer conseguiram definir o enredo para 2021 e houve demissões e desligamentos de funcionários das agremiações.
“É cada vez mais difícil ter Carnaval sem vacina. Desde julho não temos segurança de que haverá e não tem como falar em Carnaval sem segurança”, disse o presidente da Liga, Jorge Castanheira, a jornalistas. “Não temos como fazer em fevereiro, as escolas já não vão ter tempo nem condições financeiras e de organização de viabilizar até fevereiro.” (Ric)
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Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira
Bancários de todo o país farão uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20), em meio às negociações da campanha salarial de 2026. A categoria cobra reajuste dos salários e benefícios, aumento do piso e mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR).

A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas na segunda-feira (17) e confirmada pelo Comando Nacional dos Bancários. A orientação para os correntistas é resolver os problemas por meio dos aplicativos e do internet banking das instituições financeiras.
Entre os pedidos apresentados pelos trabalhadores estão: 5% de aumento real (acima da inflação) nos salários e demais verbas; aumento do piso salarial da categoria; reajuste dos valores do vale-refeição (VR); aumento do vale-alimentação (VA); e valorização da participação nos lucros e resultados (PLR).
Segundo o Comando Nacional dos Bancários, a categoria aguarda uma proposta dos bancos para as reivindicações apresentadas na campanha salarial.
ADESÃO À PARALISAÇÃO
A paralisação de 24 horas não significa necessariamente o fechamento automático de todas as agências e unidades bancárias.
A adesão dependerá da participação dos trabalhadores e das atividades organizadas pelos sindicatos em cada região.
Os bancários que trabalham em regime de home office foram orientados a não acessar os sistemas dos bancos nem registrar o ponto durante o período de paralisação.
NEGOCIAÇÕES
A pauta de reivindicações da categoria foi entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em 24 de junho. As negociações tiveram início em 2 de julho.
O Comando Nacional dos Bancários afirma que, até o momento, não foi apresentada uma proposta para as reivindicações econômicas da campanha de 2026.
No entanto, a Fenaban e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informaram que receberam a pauta em 24 de junho e que o calendário de negociações segue dentro do cronograma estabelecido.
A paralisação ocorre às vésperas da data-base da categoria e representa uma nova etapa da mobilização dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano.
Agência Brasil



