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Quatro jogadores e presidente do Palmas morrem em acidente aéreo

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A queda de um avião de pequeno porte, logo após a decolagem, na manhã deste domingo (24), causou a morte de quatro jogadores e do presidente do Palmas-TO, além do piloto. A aeronave foi tomada pelas chamas, após a queda em uma pista de pouso particular no distrito de Luzimangues (TO), a cerca de oito quilômetros da capital Palmas. Morreram o presidente do clube, Lucas Meira, de 32 anos;  os jogadores Lucas Praxedes (23 anos), Guilherme Noé (28), Ranule (27), e Marcus Molinari (23), além do piloto da aeronave, Wagner Machado.

O time da Série D do Campeonato Brasileiro viajaria nesta manhã para Goiânia, onde jogaria nesta segunda-feira (25) com o Vila Nova, em partida das oitavas de final da Copa Verde. A partida foi suspensa pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).Em nota de pesar  a entidade disse estar “profundamente consternada”, se solidarizou com as famílias das vítimas, e decretou que seja respeitado um minuto de silêncio em todos os jogos deste domingo no país.

A tragédia causou comoção e inúmeras homenagens foram publicadas nas redes sociais. O Vila Nova, que enfrentaria o Palmas amanhã, foi um dos primeiros a postar mensagem de pesar.

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A Chapecoense, vítima há menos de cinco anos de um trágico acidente aéreo que matou 19 de um total de 22 jogadores, também recorreu ao Twitter para expressar luto. Em novembro de 2016 o time estava em um voo para Colômbia, onde enfrentaria o Atlético Nacional pela Copa Sul-Americana. Parte dos 77 ocupantes eram jornalistas. Apenas seis pessoas sobrevieram à queda da aeronave (os jogadores Follmann, Neto e Alan Ruschel ,dois tripulantes e o jornalista Rafael Henzel).

Grandes clubes brasileiros também publicaram mensagens de pesar e de solidariedade aos familiares das vítimas.

Agência Brasil

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Canetas para emagrecer mudam carrinho de compras e aceleram corrida da indústria por alimentos saudáveis

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Os medicamentos para perda de peso à base de GLP-1, popularizados no Brasil como “canetas emagrecedoras”, já provocam um efeito que vai além da balança: estão mudando o comportamento de consumo e pressionando a indústria de alimentos a se reinventar. Com menor apetite e foco crescente em saúde, consumidores passam a priorizar produtos naturais, ricos em fibras, menos açucarados e com maior valor nutricional.

A transformação já é percebida por empresas do setor. A catarinense Polpa Brasil, especializada em ingredientes naturais para a indústria alimentícia, registrou aumento da demanda por soluções à base de frutas e vegetais desidratados e decidiu ampliar capacidade produtiva. A companhia prepara novas linhas de produção e embalagem para o varejo, além da expansão do estoque em 30%. Ainda neste ano, projeta uma nova linha de barras e tabletes capaz de dobrar a capacidade atual.

O movimento acompanha uma tendência global. Estudo da Morgan Stanley Research aponta que usuários desses medicamentos tendem a reduzir o consumo de álcool e alimentos altamente calóricos, já que os remédios atuam em áreas do cérebro ligadas ao apetite e à recompensa alimentar.

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Qualidade supera quantidade

Para Ramon Lacowicz, diretor e sucessor da Polpa Brasil, o consumidor vive uma mudança estrutural na relação com a comida.

“Quando a pessoa passa a comer menos, ela tende a escolher melhor. O peso da decisão sai da quantidade e vai para a qualidade. Cresce a busca por alimentos que entreguem nutrição, saciedade e benefícios reais à saúde”, afirma.

Segundo ele, ingredientes naturais ganham protagonismo justamente por responderem a esse novo perfil de consumo. “Frutas e vegetais preservados oferecem sabor, valor nutricional e uma percepção clara de saudabilidade. É exatamente o que o mercado está pedindo hoje.”

Mercado reage

Criados inicialmente para diabetes tipo 2, os medicamentos também passaram a ser usados no tratamento da obesidade, condição que afeta cerca de 9 milhões de brasileiros. No mundo, o excesso de peso pode atingir 2,3 bilhões de adultos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para especialistas do setor, esse cenário deve acelerar lançamentos de snacks funcionais, bebidas com benefícios adicionais, sobremesas com menos açúcar e alimentos mais limpos em formulação e rótulo.

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Sobre a Polpa Brasil

Há cerca de 20 anos, a Polpa Brasil atende segmentos como panificação, confeitaria, laticínios, chocolates, snacks, bebidas, alimentos processados e mercado pet. A empresa também detém a marca Merendô!, fornecedora de barrinhas de frutas para merenda escolar em quatro estados, alcançando cerca de 1,5 milhão de estudantes.

 

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