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Ministério Público do Paraná anuncia mudança no horário de atendimento a partir do dia 15

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O Ministério Público do Paraná (MPPR) passará a atender das 12h às 19h a partir de 15 de maio. A mudança foi determinada pela Resolução 3910/2024 da Procuradoria-Geral de Justiça, que estabeleceu o novo horário de funcionamento do Ministério Público em todo o Paraná, em todas as unidades ministeriais,  o que terá impacto no atendimento presencial; Considerando a Resolução n.º 1711/2019, que instituiu a Política Estadual de Atendimento ao Público no MPPR, com o objetivo de assegurar a máxima efetividade no exercício dessa atividade, com vistas a garantir o acesso à Justiça para a defesa dos direitos e interesses que envolvam a atuação da instituição, oriento que seja reorganizado o atendimento ao público, divulgando-se informações sobre o novo horário de atendimento síncrono (presencial e telefônico) bem como os demais canais de atendimento, tais como os canais eletrônicos de atendimento ( formulário eletrônico MP Atende e e-mail da unidade) .

Considerando que as questões relacionadas aos(as) estagiários(as) e residentes jurídicos devem ser tratadas diretamente junto à Escola Superior do Ministério Público, no que se refere aos servidores, devem se adequar ao novo horário, conforme orientações da SubprocuradoriaGeral de Justiça para Assuntos Administrativos (SubAdm).

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fonte MINISTÉRIO PUBLICO DO PARANÁ

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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