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Ações da PRF aumentam apreensões de drogas nas rodovias federais

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As apreensões de drogas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nas rodovias federais, têm aumentado em todo o país. Nesse domingo (23) e na semana passada, foram realizadas ações que resultaram na apreensão de mais de 7 toneladas de drogas.

Ontem, a PRF, em ação conjunta com a Força Tática da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, apreendeu mais de 3 toneladas de maconha. A droga estava escondida em um caminhão que trafegava pela BR-359, em Coxim (MS). Na altura do quilômetro (km) 170, o veículo foi abordado pelos policiais que, após uma busca, localizaram a droga.

Na tarde desse domingo, a PRF apreendeu, também, cerca de 3 quilos de crack, durante abordagem a um veículo com placas de São Paulo, no km 172 da BR-050, em Uberaba, em Minas Gerais. Uma vistoria feita no automóvel, os policiais acharam de três embalagens contendo a droga. Ela estava escondida em um compartimento secreto do carro.

Semana passada

Várias apreensões foram também realizadas durante semana passada, que somaram mais de 4 toneladas de maconha. No domingo (16), durante uma ação de fiscalização no km 530 da BR-163, perto de Jaraguari , em Mato Grosso do Sul. Os policiais rodoviários encontraram escondida, em um caminhão-caçamba, mais de 1,9 tonelada da droga, que estava sendo levada para a cidade de Bandeirantes (MS).

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Outra grande apreensão de maconha ocorreu na quinta-feira (20), em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Mais 1 tonelada. Desta vez, os policiais faziam uma fiscalização no quilômetro 478 da BR-381. A droga estava escondida no interior de um Jeep/Renegade.

Na sexta-feira (21), os patrulheiros desconfiaram de um caminhão que trafegava pela BR-423, no município de Canapi, em Alagoas. Ao fazer a busca no veículo, eles encontraram 1 tonelada de maconha escondida em meio a uma carga de fubá de milho. O motorista informou que a droga estava sendo transportada para São José da Coroa Grande, em Pernambuco.

Ainda na semana passada, a PRF apreendeu 338,4 quilos de maconha, durante ações em rodovias federais no Paraná. A primeira ocorreu na BR-277, em Laranjeiras do Sul. Os policiais encontraram em um carro de passeio 281,4 quilos da droga.

Mais tarde, em Lindoeste, os policiais apreenderam 57 quilos de maconha no interior de um Ford Fiesta, que estava sendo transportado em um guincho, que seguia para Erechim, no Rio Grande do Sul.

Operação Tamoio

Na mesma semana, a PRF encerrou a quarta fase da Operação Tamoio. Em seis dias, de 10 a 16 de agosto, os policiais rodoviários federais fiscalizaram mais de 190 mil veículos e 168 mil pessoas, nas rodovias federais em várias regiões do país. “Da fronteira ao litoral, o trabalho ‘fechou o cerco’ nos principais corredores logísticos multimodais, rota de saída ou entrada do país no transporte de ilícitos”.

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Segundo a PRF, foram tiradas de circulação mais de 20,5 toneladas de maconha e mais de 770 quilos de cocaína e derivados. “Essas apreensões totalizaram um impacto de mais de R$ 112 milhões ao narcotráfico”.

Tráfico de armas

Em relação ao tráfico de armas, os criminosos sofreram um prejuízo de cerca de R$ 154 mil, com a apreensão de 51 armas de fogo e 626 munições. Os contrabandistas de cigarros sofreram um desfalque de 4,8 milhões de maços do produto, o que equivale a quase R$ 24 milhões.

O que também chamou atenção nessa edição da Tamoio foi a quantidade de dinheiro apreendida. Em notas de real e dólar, os agentes flagraram o transporte de mais de R$ 4,2 milhões sem origem declarada. Ainda, 196 veículos com registro de roubo ou furto foram recuperados e, no total, 1,081 pessoas foram detidas por esses e outros crimes.

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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