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Após matar o pai, homem foge de carro e morre em grave acidente na BR-163

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Um homem morreu em um grave acidente na BR-163, em Pranchita, no sudoeste do Paraná, na tarde deste domingo (12). De acordo com a polícia, minutos antes da colisão, o homem teria matado o próprio pai a facadas.

A PCPR (Polícia Civil do Paraná) investiga o homicídio e o acidente, para descobrir se o motorista da caminhonete perdeu o controle da direção ou se ele provocou a colisão.

HOMEM GOLPEOU PAI COM FACADA NO CORAÇÃO EM BOM JESUS DO SUL

De acordo com a PMPR (Polícia Militar do Paraná), o filho, de 56 anos, matou o pai, de 82 anos, com um golpe de faca no peito após uma discussão. O idoso, que havia acabado de voltar da igreja, não resistiu ao ferimento e morreu na hora. Pai e filho moravam no mesmo terreno, na área rural da cidade.

O crime chocou a população da pequena cidade de Bom Jesus do Sul, também no sudoeste do Estado. A mulher da vítima fatal, de 77 anos, presenciou o crime e precisou ser encaminhada para um hospital em Dionísio Siqueira, município limítrofe, que fica em Santa Catarina.

DURANTE FUGA, HOMEM SE ENVOLVE EM GRAVE ACIDENTE NA BR-163

Segundo a PCPR, após o crime, o homem pegou uma caminhonete e fugiu. Durante a fuga, ele se envolveu em um grave acidente na BR-163, em Pranchita, com um caminhão. Com o forte impacto, o homem morreu na hora. Já o caminhoneiro ficou gravemente ferido e precisou ser encaminhado para um hospital de Francisco Beltrão.

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O corpo do pai e do filho foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Francisco Beltrão.

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Homem morre em acidente na BR-163 após matar o pai a facadas (Antonio Mendonça/Portal Tri)
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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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