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Covid-19: Paraná acumula 4.067 mortes e 163 mil infectados, diz Sesa

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boletim do coronavírus atualizado neste domingo (20) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) registrou um aumento de 17 mortes e 1.407 casos novos de Covid-19 no Paraná.

Com os novos números, o Estado agora acumula 4.067 mortes e mais de 163 mil diagnósticos positivos desde o início da pandemia.

De acordo com a secretaria estadual, o Paraná tem 1.053 pacientes com Covid-19 internados em hospitais da rede pública ou privada. Destes, 496 estão na UTI, enquanto 557 realizam o tratamento em leitos de enfermaria.

Além disso, outros 1.013 pacientes estão internados com quadros respiratórios. Eles são considerados como casos suspeitos porque não realizaram o exame para coronavírus, ou ainda aguardam o resultado laboratorial.

A taxa de ocupação dos leitos do UTI do SUS exclusivos para Covid-19 caiu para 69% neste domingo (20). A pior situação é registrada na região leste, onde 80% das vagas reservadas para coronavírus estão ocupadas.

O Paraná chega aos 163.161 casos positivos com uma taxa de letalidade de 2,5%. De acordo com a Sesa, mais de 114 mil pacientes foram liberados do tratamento e são considerados recuperados. O número representa 70% do total de infectados.

COVID-19: NOVAS MORTES

A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) registrou, neste domingo (20), um aumento de 17 mortes por Covid-19 no Paraná. Eram sete mulheres e 10 homens, com idades entre 28 e 89 anos. Os óbitos confirmados por exames processados nas últimas 24 horas ocorreram entre 21 de julho e 20 de setembro.

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Os pacientes que morreram viviam em Curitiba (5), Almirante Tamandaré (2), Araucária (2), Piraquara (2), Ponta Gossa (2), Telêmaco Borba (2), Campo Largo (1) e Colombo (1).

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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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