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Covid-19: Paraná registra 7 mortes e 27 casos em 24h, aponta boletim Redação

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Conforme a secretaria estadual, o Paraná agora acumula 1.558.062 casos confirmados e 40.416 mortes por complicações da doença. Hoje, contando os dados retroativos, foram registrados 1.176 novos casos e 23 óbitos.

De acordo com a secretaria estadual, o Paraná tem 304 pacientes com Covid-19 internados em hospitais da rede pública ou privada. Destes, 179 ocupam leitos de UTI, enquanto 125 realizam o tratamento em vagas de enfermaria.

Além disso, outros 949 pacientes com quadros respiratórios seguem internados. Eles são considerados casos suspeitos porque não fizeram ou ainda aguardam o resultado dos exames para coronavírus.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI do SUS exclusivos para Covid-19 é de 37%. O indicador é distribuído da seguinte forma, por região: leste (39%), oeste (36%), noroeste (37%) e norte (31%).

O Paraná chega aos 1.558.062 diagnósticos positivos de Covid-19 com uma taxa de letalidade de 2%.

De acordo com a Sesa, 1.480.697 pacientes foram liberados do tratamento e são considerados recuperados. O número representa 95% do total de infectados.

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VACINA

Desde o início da campanha de vacinação até esta segunda-feira (8) o Paraná vacinou 8.830.538 cidadãos. Ao todo, 16.449.407 doses foram aplicadas, das quais 7.001.518 se referem à dose de reforço ou dose única.

Até agora, o Estado recebeu do Ministério da Saúde um total de 18.965.340 de doses, somados os imunizantes CoronaVac, AstraZenca/Oxford, Pfizer e Janssen.

COVID-19: NOVAS MORTES

boletim do coronavírus atualizado nesta segunda-feira (8) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) incluiu 23 mortes aos registros oficiais da covid-19 no Paraná, incluindo casos retroativos. As vítimas eram 13 homens e 10 mulheres, com idades entre 49 e 92 anos. Os óbitos ocorreram entre dezembro de 2020 e novembro.

Os óbitos incluídos hoje no boletim da Sesa aconteceram em Umuarama (9) e Cascavel (2).

Além disso, a secretaria estadual registrou a morte de uma pessoa que morava em cada um dos seguintes municípios: União da Vitória, São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Paranacity, Nova Aurora, Matinhos, Maringá, Kaloré, Irati, Floraí, Curitiba e Arapongas.

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Audiência pública defende união de todos os poderes no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

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O Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu, nesta terça-feira (18), a Audiência Pública “Balanço do Pacto Brasil Contra o Feminicídio”, promovida pelas deputadas Ana Júlia e Luciana Rafagnin, ambas do PT. O encontro reuniu autoridades dos três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de autoridades estaduais e municipais, em um debate sobre as políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

Além das proponentes, a mesa foi composta pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva; pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes; pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães; pelas deputadas federais Gleisi Hoffmann e Carol Dartora, ambas do PT; pelo secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; pela secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa do Paraná, Mariana Neris; e pelo presidente da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), voltada exclusivamente ao julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, desembargador Luiz Osório Moraes Panza.

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“As vítimas fazem parte de uma triste estatística: cerca de 79% dos casos de feminicídio no Brasil ocorrem por ação de parceiros e ex-companheiros — homens com quem elas dividiram suas casas, seus sonhos, com quem tiveram filhos, homens que se acham no direito de tirar a vida de suas companheiras sem nenhum motivo. Nenhuma mulher deveria morrer por dizer que não quer mais. Nenhuma mulher deveria morrer por querer seguir sua vida sozinha, se libertar da violência, viver outras experiências, encontrar outros parceiros, ter outro trabalho”, afirmou a primeira-dama na abertura da audiência, destacando a importância da prevenção à violência de gênero antes que ela chegue a essas gravíssimas consequências, como prega o pacto contra o feminicídio.

PLANO DE TRABALHO

Para a ministra Márcia Lopes, nascida em Londrina, a adesão do Paraná ao pacto nacional, lançado em fevereiro deste ano, é um grande avanço nessa luta contra a violência contra as mulheres.

“O Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que une os três poderes — a Presidência da República, a Justiça, a Câmara e o Senado —, tem exatamente como objetivo fortalecer a rede de atendimento e proteção às mulheres, a responsabilização dos agressores e a mudança de cultura, para que, de uma vez por todas, a gente entenda o que está acontecendo do ponto de vista das relações humanas, das convivências e dessa tragédia que é o feminicídio, já como fim da linha. Não podemos admitir isso. Temos que zerar o feminicídio e entender que nenhuma mulher pode conviver com qualquer tipo de violência, da menor à mais grave, que é o feminicídio”, destacou, citando o pequeno avanço que já houve nessa grave questão social a partir da união de esforços dos três poderes e de todas as esferas governamentais.

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Fonte: ALEP

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