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Covid-19: Paraná soma 43 mil casos e 1.072 mortos, diz Secretaria

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Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) confirmou nesta segunda-feira (13) mais 1.040 casos de coronavírus e 44 mortes por complicações da Covid-19 no Paraná.

Assim, o total acumulado desde março chega a 43.095 diagnósticos e 1.072 mortos pela doença.

De acordo com a secretaria estadual da Saúde, atualmente o Paraná tem 849 pacientes internados com o diagnóstico de coronavírus confirmado. Destes, 316 ocupam leitos de UTI e 533 estão na enfermaria.

Conforme a Sesa, outros 1.053 pacientes estão internados por quadros respiratórios, mas ainda aguardam o resultado dos exames para coronavírus.

Em média, 72% dos leitos de UTI exclusivos para Covid-19 na rede pública do Paraná estão ocupados. A situação mais crítica é a da região leste, com 89% das vagas ocupadas.

CORONAVÍRUS NO PARANÁ

COVID-19: NOVAS MORTES

O boletim desta segunda-feira (13) atualizado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) incluiu mais 44 mortes por Covid-19 nos registros oficiais.

Conforme a secretaria estadual, eram 18 mulheres e 26 homens, com idades entre 42 e 90 anos. Os óbitos aconteceram entre 22 de junho e 13 de julho.

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Os pacientes moravam em Curitiba (17), Campo Largo (2), Maringá (3), Paranaguá (5), Pinhais (4), São Jose dos Pinhais (4), Araucária, Colombo, Francisco Beltrão, General Carneiro, Itambé, Mandaguari, Paiçandu, Paula Freitas e São Pedro do Ivaí.

De acordo com a secretaria estadual, 379 dos 399 municípios do Paraná têm casos confirmados de coronavírus. Mortes foram registradas em 192 cidades diferentes.

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NOTÍCIAS DO PARANÁ

Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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